Seja bem vindo ao meu canal, sou José João
Membro da Comunidade Canção Nova desde 1998.
Filho, esposo e pai.
Bacharel em Administração, 2021
Bacharel em Teologia, 2025
Intercessor e Pregador
Escritor e Colunista
Filho Espiritual de São José
Eu desejo um Avivamento como teve São José.
Que venha um Poderoso Pentecostes sobre a face da terra.
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Oh, Dulcíssimo Jesus meu, seja a Chaga de vosso Sacratíssimo Coração meu refúgio, minha força e proteção contra vossa justa ira, contra o pecado, e em especial contra o pecado mortal, contra os enganos da carne, do mundo e do demônio e defesa contra meu amor próprio, contra todos os males do corpo e da alma.
Seja vossa Chaga Sacratíssima o lugar onde possa sepultar meus inumeráveis pecados, os quais detesto e aborreço, colocando-os no abismo aberto desta Santíssima Chaga, aberta por amor, para nunca jamais voltar a ver estes pecados.
Oh, Amabilíssimo Jesus, pela Chaga de vosso Coração, concedei-me uma só gota desse Sangue Preciosíssimo que Dele flui, como prenda de eterno perdão de meus pecados.
Nesta Chaga profunda, escondei-me e guardai-me ali como prisioneiro de amor;
Ali purificai-me, dissolvei-me, mudai-me em um amante de vosso Coração.
Convertei-me em outro coração de Jesus, para que assim não pense, nem diga nem faça nada, senão o que é de vosso maior agrado.
São Padre Pio rezava esta simples e poderosa oração diariamente
Padre Pio recitava esta coroinha todos os dias por todos aqueles que pediam suas orações, e por meio dela alcançou muitas graças. Por isso, todos nós também somos convidados a rezá-la todos os dias, para nos unirmos espiritualmente à oração de Padre Pio, pedindo sempre sua intercessão.
Coroinha do Sagrado Coração de Jesus
i. Ó meu Jesus, que dissestes: “Em verdade vos digo, pedi e recebereis, buscai e encontrareis, batei e vos será aberto”, aqui estou batendo, buscando, pedindo a graça… Pai-nosso, Ave-Maria e Glória. Sagrado Coração de Jesus, eu confio e espero em Vós.
ii. Ó meu Jesus, que dissestes: “Em verdade vos digo, tudo o que pedirdes ao Pai em meu nome, Ele vos concederá”, ao vosso Pai, em vosso nome, eu peço a graça… Pai-nosso, Ave-Maria e Glória. Sagrado Coração de Jesus, eu confio e espero em Vós.
iii. Ó meu Jesus, que dissestes: “Em verdade vos digo, passarão o céu e a terra, mas as minhas palavras nunca”, apoiando-me na infalibilidade de vossas santas palavras, eu peço a graça… Pai-nosso, Ave-Maria e Glória. Sagrado Coração de Jesus, eu confio e espero em Vós.
Ó Sagrado Coração de Jesus, a quem é impossível não ter compaixão dos infelizes, tende piedade de nós, míseros pecadores, e concedei-nos as graças que vos pedimos por meio do Imaculado Coração de Maria, vossa e nossa terna Mãe.
São José, pai adotivo do Sagrado Coração de Jesus, rogai por nós!
Lembrai-vos, ó misericordioso Jesus, que sois tão bondoso e cheio de ternura para com todos. Confiantes no vosso infinito amor, entregamos nossas súplicas ao Vosso Coração, com alegria e esperança, segundo a vossa Palavra: “Pedi e recebereis. Buscai e achareis.Batei e vos será aberto”. Eu bato, procuro e peço as graças que me são necessárias. Tudo para a maior glória de Deus e o bem da humanidade.
Nas contas pequenas:
Sagrado Coração de Jesus, eu confio e espero em vós! (10X)
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo...
Ao final dos 5 mistérios:
Salve Rainha
Jaculatória:
Ó sangue e água, que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de misericórdia para nós, eu confio em Vós!
Ato de Reparação ao Sacratíssimo Coração de Jesus
Dulcíssimo Jesus, cuja infinita caridade para com os homens é por eles tão ingratamente correspondida com esquecimentos, friezas e desprezos, eis-nos aqui prostrados na Vossa presença, para Vos desagravarmos, com especiais homenagens, da insensibilidade tão insensata e das nefandas injúrias com que é de toda parte alvejado o Vosso amorosíssimo coração.
Reconhecendo, porém, com a mais profunda dor, que também nós mais de uma vez cometemos as mesmas indignidades, para nós, em primeiro lugar, imploramos a Vossa misericórdia, prontos a expiar não só as próprias culpas, senão também as daqueles que, errando longe do caminho da salvação, ou se obstinam na sua infidelidade, não Vos querendo como pastor e guia, ou, conculcando as promessas do batismo, sacudiram o suavíssimo jugo da Vossa santa lei.
De todos estes tão deploráveis crimes, Senhor, queremos nós hoje desagravar-Vos, mais particularmente da licença dos costumes e imodéstia do vestido, de tantos laços de corrupção armados à inocência, da violação dos dias santificados, das execrandas blasfêmias contra Vós e Vossos Santos, dos insultos ao Vosso Vigário e a todo o Vosso clero, do desprezo e das horrendas e sacrílegas profanações do Sacramento do divino amor e, enfim, dos atentados e rebeldias das nações contra os direitos e o Magistério da Vossa Igreja.
Oh! Se pudéssemos lavar com o próprio sangue tantas iniqüidades!
Entretanto, para reparar a honra divina ultrajada, Vos oferecemos, juntamente com os merecimentos da Virgem Mãe, de todos os santos e almas piedosas, aquela infinita satisfação, que Vós oferecestes ao eterno Pai sobre a cruz, e que não cessais de renovar todos os dias sobre nossos altares.
Ajudai-nos Senhor, com o auxílio da Vossa graça, para que possamos, como é nosso firme propósito, com a vivência da fé, com a pureza dos costumes, com a fiel observância da lei e caridade evangélicas, reparar todos os pecados cometidos por nós e por nosso próximo, impedir, por todos os meios, novas injúrias à Vossa divina Majestade e atrair ao Vosso serviço o maior número de almas possível.
Recebei, ó benigníssimo Jesus, pelas mãos de Maria santíssima reparadora, a espontânea homenagem deste nosso desagravo, e concedei-nos a grande graça de perseverarmos constantes, até à morte, no fiel cumprimento de nossos deveres e no Vosso santo serviço, para que possamos chegar todos à pátria bem-aventurada, onde Vós com o Pai e o Espírito Santo viveis e reinais por todos os séculos dos séculos.
Oração inicial. — Lembrai-vos, ó dulcíssimo Jesus, que nunca se ouviu dizer que alguém, recorrendo com confiança ao vosso Sagrado Coração, implorando vossa divina assistência e reclamando a vossa infinita misericórdia, fosse por Vós abandonado. Possuído, pois, e animado da mesma confiança, ó Coração Sagrado de Jesus, Rei de todos os corações, recorro a Vós, e gemendo sob o peso de meus pecados, me prostro diante de Vós. Meu Jesus, pelo vosso precioso Sangue e pelo amor de vosso divino Coração, não desprezeis as minhas súplicas, mas ouvi-as favoravelmente e dignai-vos atender-me. Amém.
1 Dia Coração de Jesus, Templo da Santíssima Trindade
Pondera, alma minha, como o Coração de Jesus foi o templo mais sagrado que neste mundo teve a Trindade Santíssima e Beatíssima. Um só ato de amor ou de reverência, ou de adoração, ou de outra qualquer virtude que saiu deste Coração unido à Pessoa do divino Verbo era para Deus de estima infinitamente maior que todos os atos que podiam formar todas as criaturas do mundo, ainda que todas fossem abrasados serafins. Considera, pois, alma minha, que aumentos de glória teria a Santíssima Trindade com as adorações e louvores que Jesus Cristo lhe deu neste templo? E se tu, alma minha, também deves ser templo da Santíssima Trindade pela graça, pede a este Senhor que faça o teu coração conforme a este ardentíssimo Coração.
Pai-nosso, Ave-Maria e Glória.
℣. Jesus, manso e humilde de coração, ℟. Fazei o nosso coração semelhante ao vosso.
Reza-se a última oração, no final.
2 Dia Coração de Jesus, Artífice do Santíssimo Sacramento
Pondera, alma minha, que do soberano Coração de Jesus saiu o Diviníssimo Sacramento, onde temos depositado o Sangue sacratíssimo que manou do seu lado; e foi tal a fineza do Coração de Jesus, disse o Senhor a uma serva sua, que, se não se deixara no Santíssimo Sacramento, não poderia morrer na Cruz. Tão apegado estava aquele amante Coração aos homens que, impaciente de ausências, vendo que havia de partir para o Pai, inventou esta indústria amorosa de partir e ficar juntamente, de glorificar os santos no Céu e nos fazer companhia na terra. Considera, alma minha, quanto deves ao abrasado Coração do teu Senhor, e confunde-te de tão pouco lhe agradeceres por realizar, com a instituição do Santíssimo Sacramento, a ideia de boa obra em que Ele te comunica infinitos bens.
Pai-nosso, Ave-Maria e Glória.
℣. Jesus, manso e humilde de coração, ℟. Fazei o nosso coração semelhante ao vosso.
Reza-se a última oração, no final.
3 Dia Coração de Jesus, Sarça de penetrantes espinhos
Pondera, alma minha, que desde que principiaram neste Coração os alentos da vida, até que se exalaram na morte, nunca viveu sem penas este inocente Coração, porque, como, logo que esteve animado, aceitou o preceito de padecer pelos homens, logo com a vida principiaram suas penas. Antes que chegassem os tormentos exteriores, Jesus tolerava interiormente as penas, vendo as grandes ofensas que os homens faziam ao seu Eterno Pai. No Horto foi tão viva a representação de suas penas, que rompeu-se-lhe o sangue por todos os poros. E se as penas somente consideradas causaram-lhe tanta amargura, que seriam quando verdadeiramente padecidas? Confunde-te, alma minha, da tibieza com que amas este Divino Coração, e da negligência com que não o imitas, pois tanto te repugna padecer, e tanto foges de mortificar-te.
Pai-nosso, Ave-Maria e Glória.
℣. Jesus, manso e humilde de coração, ℟. Fazei o nosso coração semelhante ao vosso.
Reza-se a última oração, no final.
4 Dia
Coração de Jesus, Fornalha abrasadíssima de caridade
Pondera, alma minha, que o extremo com que este Sagrado Coração amou e ama a Deus, só o mesmo Deus o pode compreender. O peito era fornalha de incêndios, o Coração era mina de labaredas que subiam tão alto, que lá iam rematar em Deus. Veio à terra este ardentíssimo Coração para lhe pôr fogo, e sendo o mundo tão grande, ainda sobrariam incêndios, se o mundo fôra infinitas vezes maior. As raras finezas que o Senhor obrou por nós e os contínuos benefícios que nos está fazendo, tudo são chamas que continuamente saem dessa fornalha de abrasadíssima caridade. E é possível, alma minha, que vendo o teu coração rodeado de tantas chamas quantos são os benefícios que recebes do Coração de Jesus, ainda esteja tão fria e tíbia?
Pai-nosso, Ave-Maria e Glória.
℣. Jesus, manso e humilde de coração, ℟. Fazei o nosso coração semelhante ao vosso.
Reza-se a última oração, no final.
5 Dia Coração de Jesus, Paraíso de delícias celestiais
Pondera, alma minha, que neste suavíssimo Coração se encerram todas as delícias do Paraíso. Ele é o mar onde elas entram, e de onde saem todos os rios dos divinos regalos; entram nele, comunicados por Deus, e saem dele para deliciarem as almas justas. No paraíso deste Coração deu o Senhor entrada a muitos santos que se singularizaram em virtudes eminentes, e vendo-se eles quase submergidos em um mar de consolações, pediam ao Senhor que os moderasse, porque sem desfalecerem não podiam suportar abundância tão excessiva. Pobre de ti, alma minha, que tão pouco participas destas riquezas! Mas de que te admiras, se tu não amas aquele centro de amor? Aprende tu a amá-lo, e far-te-ás digna das delícias deste paraíso.
Pai-nosso, Ave-Maria e Glória.
℣. Jesus, manso e humilde de coração, ℟. Fazei o nosso coração semelhante ao vosso.
Reza-se a última oração, no final.
6 Dia Coração de Jesus, Tesouro riquíssimo de graças
Pondera, alma minha, que assim como o tesouro é um agregado de muitas riquezas, também o Coração de Jesus é um depósito de infinitas graças. Aqui acharás uma inocência suma, uma humildade profundíssima, uma fortaleza imensa, uma sabedoria infinda; e enfim, para fazeres conceito das graças e riquezas deste tesouro, hás de primeiro considerar quem as comunicou e a quem se comunicaram. O Eterno Pai foi quem as comunicou, e o Filho de Deus foi a quem se comunicaram. E tendo o Eterno Pai uma liberalidade infinita, que graças não receberia o Filho de Deus desta infinita liberalidade? Aqui se perde o juízo e aqui se abisma a consideração humana. Alma minha, se as graças deste tesouro são tantas, ama tu a este Coração para poderes participar das suas riquezas.
Pai-nosso, Ave-Maria e Glória.
℣. Jesus, manso e humilde de coração, ℟. Fazei o nosso coração semelhante ao vosso.
Reza-se a última oração, no final.
7 Dia Coração de Jesus, Abismo de imensa piedade
Pondera, alma minha, que é tão piedoso este amante Coração, que a ninguém nega sua piedade; tanto que, se alguma alma aflita recorre a Ele com viva fé, logo acode a consolá-la com seu remédio; tanto que, quando vê algum atribulado, logo corre, piedoso, com seu afeto para o socorrer. Vendo-se ofendido com as nossas culpas, dissimula tudo, e espera o nosso arrependimento para nos perdoar. Se depois de arrependidos tornamos a cair nas mesmas misérias, ainda não cansa a sua paciência, ainda não esgota a sua misericórdia, ainda não fecha as portas da sua piedade, mas antes nos busca com auxílios e nos chama com repetidas inspirações, e se nos voltamos para Ele, logo se alegra e se põe bem conosco. E crendo tu, alma minha, tudo isto, não morres de amor por este Coração?
Pai-nosso, Ave-Maria e Glória.
℣. Jesus, manso e humilde de coração, ℟. Fazei o nosso coração semelhante ao vosso.
Reza-se a última oração, no final.
8 Dia
Coração de Jesus, Atrativo dos nossos corações
Pondera, alma minha, o que disse Nosso Senhor: que só depois de ser exaltado na Cruz, e não antes, é que lhe abririam o lado, ficando assim patente o seu amante Coração. Porque julgou o Senhor que quem pusesse os olhos nele, atraído por uma suavíssima violência, certissimamente se havia de render. E se tu, alma minha, te não rendes, é porque não pões nele os olhos. Se tu viras que deste Coração manam as celestes verdades, com que se afugentam as trevas das culpas; se tu viras que dele mana o fogo que abrasa as almas frias, as luzes que desterram as nossas ignorâncias, as misericórdias que lavam as nossas culpas, as doçuras, os auxílios, as inspirações... e enfim, se viras que deste Coração mana todo o bem, deixarias tu, alma minha, de amar este Coração? Deixarias de ficar presa em laços de tanto amor?
Pai-nosso, Ave-Maria e Glória.
℣. Jesus, manso e humilde de coração, ℟. Fazei o nosso coração semelhante ao vosso.
Reza-se a última oração, no final.
9 Dia
Coração de Jesus, Penhor de vida eterna
Pondera, alma minha, que assim como o coração humano é o princípio da vida temporal, assim o Coração de Jesus é para nós o princípio da vida eterna; porque, se para a vida eterna é necessário o perdão das culpas e a remissão dos pecados, saindo deste Coração sangue e água, e tendo nós o Sangue de Cristo como fundamento de nossa redenção, e na água uma representação do Batismo, sem o qual ninguém entra na glória, segue-se daqui que este Coração é a porta por onde todos entram para a vida eterna. Assim como Deus lá no Paraíso deu a vida ao homem com um sopro, também com um outro sopro infundiu Cristo nos seus discípulos a graça do Espírito Santo, porque, como o hálito da boca sai do coração, quis Cristo mostrar que do seu Coração é que nos vem a graça. Pois, alma minha, se tu crês tudo isto, sabe, que se amares a este Divino Coração, e o imitares, alcançarás a graça, e conseguirás a glória na vida eterna.
Pai-nosso, Ave-Maria e Glória.
℣. Jesus, manso e humilde de coração, ℟. Fazei o nosso coração semelhante ao vosso.
Reza-se a oração abaixo.
Oração final para todos os dias. — Dulcíssimo Coração de Jesus, vosso precioso Sangue é a vida da minha alma; só em Vós quero viver, só a Vós quero amar e servir. Pela sede ardente que vos abrasa de me salvar, iluminai o meu espírito com a luz de vossa divina graça. Santificai o meu coração, fortalecei a minha vontade, perdoai os meus pecados e curai todas as minhas misérias. Aumentai minha fé, fortificai a minha esperança e acendei em mim cada vez mais o fogo do vosso santo amor. Concedei-me, enfim, todas as graças que espero alcançar com esta novena. Ó dulcíssimo Jesus, vivei em mim agora e por todo o sempre. Amém.
℣. Doce Coração de Jesus, ℟. fazei que eu vos ame cada vez mais!
O Veni Creator Spiritus é um hino da Igreja Católica, em honra ao Espírito Santo. Com essa oração, em latim, o Papa Leão XIII consagrou o século XX ao Espírito Santo. Tradicionalmente é entoado na Festa de Pentecostes e em outras ocasiões, como na entrada dos cardeais na Capela Sistina para realização de um conclave, na consagração de bispos, na ordenação sacerdotal, no sacramento da Confirmação (Crisma), na dedicação de templos, na celebração de sínodos ou concílios, na profissão de fé de membros de instituições religiosas e em outros eventos solenes.
Com diversas invocações à Terceira Pessoa da Santíssima Trindade, a Ladainha do Espírito Santo é uma tradicional prece, que costuma ser recitada, de modo especial, nos dias que antecedem o domingo de Pentecostes.
Nestes dias que precedem a grande festa do Espírito Santo, é muito apropriada a sua recitação, individualmente ou em família.
Ladainha do Espírito Santo
Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.
Divino Espírito Santo, ouvi-nos.
Espírito Paráclito, atendei-nos.
Deus Pai dos Céus, tende piedade de nós.
Deus Filho, redentor do mundo, tende piedade de nós.
Deus Espírito Santo, tende piedade de nós.
Santíssima Trindade que sois um só Deus, tende piedade de nós.
Espírito da verdade, tende piedade de nós
Espírito da sabedoria, tende...
Espírito da inteligência,
Espírito da fortaleza,
Espírito da piedade,
Espírito do bom conselho,
Espírito da ciência,
Espírito do santo temor,
Espírito da caridade,
Espírito da alegria,
Espírito da paz,
Espírito das virtudes,
Espírito de toda graça,
Espírito da adoção dos filhos de Deus,
Purificador das nossas almas,
Santificador e guia da Igreja Católica,
Distribuidor dos dons celestes,
Conhecedor dos pensamentos e das intenções do coração,
Doçura dos que começam a Vos servir,
Coroa dos perfeitos,
Alegria dos anjos,
Luz dos patriarcas,
Inspiração dos profetas,
Palavra e sabedoria dos Apóstolos,
Vitória dos mártires,
Ciência dos confessores,
Pureza das virgens,
Unção de todos os santos,
Sede-nos propício, perdoai-nos, Senhor.
Sede-nos propício, atendei-nos, Senhor.
De todo o pecado, livrai-nos, Senhor.
De todas as tentações e ciladas do demônio, livrai-nos, Senhor
De toda a presunção e desesperação, livrai-nos,...
Do ataque à verdade conhecida,
Da inveja da graça fraterna,
De toda a obstinação e impenitência,
De toda a negligência e tepor do espírito,
De toda a impureza da mente e do corpo,
De todas as heresias e erros,
De todo o mau espírito,
Da morte má e eterna,
Pela Vossa eterna procedência do Pai e do Filho,
Pela milagrosa conceição do Filho de Deus,
Pela Vossa descida sobre Jesus Cristo batizado,
Pela Vossa santa aparição na Transfiguração do Senhor,
Pela Vossa vinda sobre os discípulos do Senhor,
No dia do Juízo, ainda que pecadores, nós Vos rogamos, ouvi-nos.
Para que nos perdoeis, nós Vos rogamos...
Para que Vos digneis vivificar e santificar todos os membros da Igreja,
Para que Vos digneis conceder-nos o dom da verdadeira piedade, devoção e oração,
Para que Vos digneis inspirar-nos sinceros afetos de misericórdia e de caridade,
Para que Vos digneis criar em nós um espírito novo e um coração puro,
Para que Vos digneis conceder-nos verdadeira paz e tranquilidade no coração,
Para que Vos digneis fazer-nos dignos e fortes, para suportar as perseguições pela justiça,
Para que Vos digneis confirmar-nos em Vossa graça,
Para que Vos digneis receber-nos o número dos Vossos eleitos,
Para que Vos digneis ouvir-nos, Espírito de Deus,
Cordeiro de Deus que tirais os pecados do mundo, envia-nos o Espírito Santo.
Cordeiro de Deus que tirais os pecados do mundo, mandai-nos o Espírito prometido do Pai.
Cordeiro de Deus que tirais os pecados do mundo, dai-nos o Espírito bom.
Espírito Santo, ouvi-nos.
Espírito Consolador, atendei-nos.
℣. Enviai o Vosso Espírito e tudo será criado.
℟. E renovareis a face da Terra.
Oremos: Deus, que instruístes o coração de Vossos fiéis, com a luz do Espírito Santo, concedei-nos que, no mesmo Espírito, conheçamos o que é reto, e gozemos sempre as suas consolações. Por Cristo, Nosso Senhor. Amém.
A Consagração a São José é um ato de entrega a Deus. É uma atitude pessoal de alguém que sabe que veio de Deus e que tudo o que tem veio d’Ele, e sente no coração não pertencer a este mundo, mas ser pertença de Deus, e por isso busca auxílio espiritual em São José, porque foi a ele que o Pai do Céu confiou a vida de Jesus para que o guiasse até a vida adulta e, assim, Jesus pudesse realizar o que o Pai desejava: “Salvar o povo dos seus pecados e abrir-lhe a inteligência e o coração à graça salvífica de Deus”.
Mas também esta consagração serve para aqueles que estão longe de Deus, longe da Igreja e que precisam deste encontro, desta mudança de vida. Portanto, é para todos.
A Consagração como escola de formação espiritual
A Consagração a São José é como uma escola de formação, onde nos deixamos guiar pela presença silenciosa e discreta do carpinteiro de Nazaré, que docilmente se abriu à ação do Espírito Santo para ser o casto esposo da Virgem Maria e pai nutrício do Filho de Deus.
São José também quer ser seu pai espiritual por meio desta consagração. Ele deseja levá-lo a amar Jesus como Ele ama, a entregar-se a Jesus como Ele se entregou, a escutar a Deus como Ele escutou, a obedecer a Deus como Ele obedeceu e, assim, viver uma vida inteira dedicada a Deus no escondimento da vida interior.
Filhos espirituais de São José
Muito mais do que devotos de São José, precisamos ser filhos espirituais dele, pois o próprio Deus o cumulou de uma paternidade tão grandiosa ao lhe conceder ser sinal de Sua presença para o Menino Jesus que não podemos duvidar de que a missão de São José não terminou em si mesma com a Sagrada Família, ao nutrir e proteger o Menino Jesus e a Virgem Maria, mas continua.
Deus estendeu a missão de São José para que chegasse até nós, para que aprendêssemos dele a escuta, a humildade, a obediência e a prontidão em tudo fazer a vontade do Pai Celeste.
Deus quer nos abençoar por meio da paternidade de São José para que aprendamos a honrar sua virgindade, sua paternidade e todas as graças que Deus lhe concedeu em sua nobre missão, para assim termos paz em nossos corações ao nos tornarmos imitação de São José neste mundo.
Frutos da Consagração a São José
Por meio da Consagração a São José, afirmamos que somos de Deus e que a Ele pertencemos. Nós nos decidimos, com os esforços que forem necessários e o auxílio de Sua graça, a nos empenhar para sermos imitadores deste humilde e grandioso patriarca, São José. Além do crescimento espiritual que teremos, pois o próprio nome de São José significa “aquele que acrescenta”.
Como pai adotivo e escolhido por Deus para cuidar de Jesus, São José é o pai espiritual que todos nós precisamos para guiar nossas almas e nos aproximar de Deus. Assim como São José, ao longo dos séculos, ajudou tantos santos e santas da Igreja a viver na vontade de Deus, não tenho dúvidas de que ele também quer fazer isso conosco.
Como fazer para me consagrar a São José?
O que é necessário para começar a Consagração?
Tudo o que você precisa ter é disposição de coração e perseverar no itinerário que estarei fornecendo para você se consagrar.
Este ano, além do método atual de consagração individual, estarei apresentando o método da Consagração das Famílias a São José. Todo o conteúdo é gratuito e será enviado via WhatsApp, por meio de grupos fechados (acesse um dos canais).
Como funcionará a preparação?
33 dias de exercícios espirituais, meditando as virtudes e glórias de nosso pai espiritual, além das orações para cada dia.
Utilizaremos o método do livro Consagração a São José, do padre Donald Calloway, para a consagração individual; e, para as famílias, o livro Consagração a São José para crianças e famílias, de Scott L. Smith Jr., ambos publicados pela Editora Eclesiae. Você pode adquirir diretamente no site da editora.
Você terá acesso ao roteiro diário da preparação, com a proposta de cada dia para te ajudar a se preparar.
Deus Pai, que, por obra do Espírito Santo, fecundaste o seio virginal de Maria e escolhestes São José para ser o pai adotivo de Jesus e o guardião da Sagrada Família, eu te louvo por teu amor incondicional do por mim, por minha família e por toda a humanidade. Senhor, é a tua providência que tudo rege; eu creio que a minha vida e a de todos os meus familiares estão em tuas mãos, cumpra-se em nós, segundo a tua vontade.
Deus Pai, eu te peço que São José seja o protetor da minha família, e que, por intercessão dele, nenhum mal crie residência em nosso lar; que ele olhe e vele por nossas necessidades e que nunca nos falte o sustento diário; que o espírito de divisão jamais habite em nosso meio; que em nossa casa reinem a harmonia, a concórdia e o respeito e que essas virtudes possamos aprender com José, Maria e Jesus.
Lembro-me agora dos membros da minha família [dizer os nomes... e os coloco no Coração Casto de São José, para que sejamos abençoados neste momento, durante toda a nossa vida e na hora de nossa morte. Eu confio, amo e espero, assim como teu servo, São José. Amém!
Conheça mais sua vida, virtudes, devoção e as revelações misticas.
Santa Gertrudes de Helfta, monja cisterciense que, ainda na Idade Média, iniciou o culto ao Sagrado Coração de Jesus, antecipando em muitos séculos a devoção instaurada por Santa Margarida M.ª de Alacoque. Nascida na Alemanha, Gertrudes viveu apenas 46 anos, e é admirável pensar como santos da estatura dela chegam ao cume perfeição em tão pouco tempo. Parece que o dia deles tem mais de 24h! Na verdade, os santos fazem às vezes coisas simples e ordinárias, mas voltados a Deus com uma tal caridade, que os frutos neles produzidos são muito mais abundantes do que em nós, a serviço de Deus de forma quase sempre morna e entibiada.
Pois bem, vejamos algumas características de Santa Gertrudes, chamada com razão de a Grande. Ainda menina, foi entregue a um mosteiro beneditino e ali educada na escola monástica, recebendo desde cedo uma educação extraordinária. Isso, por si só, já rompe inúmeros preconceitos contra a Igreja, instituição alegadamente “opressora” e “patriarcalista”. Afinal, trata-se aqui de uma mulher em pleno séc. XIII, ápice da Idade Média, alfabetizada em latim e grego, versada nos grandes clássicos da literatura antiga e instruída no que então havia de melhor em ciência. Inteligente e culta, Gertrudes é uma montanha em cujas sombras se perdem, tímidos e esmaecidos, os falsos modelos de “realização” e “empoderamento” que o feminismo busca impor às mulheres de hoje.
Seja como for, Gertrudes consagrou-se a Deus como beneditina e, aos 26 anos, muito vivaz e de aguda inteligência, percebeu que todo o saber profano acumulado desde a infância não lhe satisfazia mais o coração. Então, no dia 27 de janeiro de 1281, por ela apelidado o dia de minha conversão, Jesus apareceu-lhe sob a forma de um belo jovem de 16 anos. (Vale a pena abrir aqui um parêntese. Gertrudes era de uma pureza verdadeiramente heróica. A fim de guardar os olhos, ela jamais se detinha em fitar um homem tempo o bastante para lhe guardar a fisionomia. Os varões com quem tinha de lidar, reconhecia-os mais pelo timbre de voz que pelo rosto. Ora, não há dúvida de que foi graças à pureza que Gertrudes progrediu tanto nos saberes naturais. De fato, a experiência atesta e os santos o confirmam que poucas coisas prejudicam mais a inteligência do que o vício da luxúria. A busca desordenada do prazer sexual obscurece de tal modo o intelecto prático, que muitos homens de ciência tornam-se modelos de vidas fracassadas, inteligências malogradas e cegas para as verdades últimas.) Jesus, íamos dizendo, apareceu-lhe então como jovem formoso. Gertrudes, se por hábito adquirido poderia desviar os olhos, reconheceu ali, por instinto sobrenatural, uma beleza divina, que tornava cativa a alma sem tentar ao pecado os sentidos inferiores, pois tudo é puro para os que são puros (Tt 1,15). A partir deste encontro, começa a desenvolver-se entre ela e Nosso Senhor um trato de amizade cada mais profundo, refletido nas páginas ternas e maravilhosas escritas por ela acerca do Sagrado Coração, e isso quatro séculos antes de esta devoção propagar-se pela Europa. Santa Gertrudes foi também um modelo de devoção às almas do purgatório, das quais é considerada padroeira. Isso nos remete ao dever de caridade a que estamos obrigados, especialmente em novembro, de rezar pelas almas benditas.
Nasceu em 6 de janeiro de 1256 (séc XII), na Alemanha. Aos cinco anos, foi enviada para estudar no mosteiro beneditino de Helfta, onde sua irmã Santa Matilde foi abadessa e sua professora. Com o tempo, tomou o hábito e se tornou amiga de Santa Matilde de Hackeborn, que também tinha uma devoção especial ao Coração de Jesus.
Muitos séculos antes de Cristo aparecer a Santa Margarida Maria Alacoque, Santa Gertrudes teve experiências místicas do Sagrado Coração de Jesus.
A Igreja chama de místicas as pessoas que se dedicam a lidar diretamente com Deus por meio de orações fervorosas e recebem do Senhor mensagens e revelações.
Em sua vida cotidiana, a santa praticava a comunhão frequente e tinha muita devoção a São José. Conta-se que, em duas visões diferentes, reclinou a cabeça sobre o peito de Jesus e ouviu as batidas de seu coração.
Em uma ocasião, a santa perguntou ao Apóstolo São João, que recostou sua cabeça junto ao coração do Senhor na Última Ceia, por que não tinha escrito nada sobre o Coração de Jesus.
O evangelista lhe explicou que a revelação do Sagrado Coração de Jesus estava reservada para tempos posteriores, quando o mundo na frieza necessitaria ser reavivado no amor.
São atribuídos à santa Gertrudes cinco livros que formam o “Arauto da amorosa bondade de Deus”, que são comumente chamados de “Revelações de Santa Gertrudes”. O primeiro foi escrito por amigos íntimos da santa, o segundo, ela mesma o fez, e os demais foram compostos com sua direção.
Neles, fala de suas experiências místicas e ensina que “a adversidade é a aliança espiritual que sela os esponsais com Deus”. Também são atribuídas a ela orações do século XVII, embora não sejam dela.
Santa Gertrudes padeceu por dez anos penosas enfermidades e partiu para a Casa do Pai em 17 de novembro de 1301 ou 1302. Clemente XII mandou que sua festa fosse celebrada em toda a Igreja Católica.
Oração pelas almas do purgatório
(O Senhor disse a Santa Gertrudes que, com esta oração, poderia libertar 1000 almas do purgatório cada vez que a rezasse).
Eterno Pai, ofereço-Vos o Preciosíssimo Sangue de Vosso Divino Filho Jesus, em união com todas as Missas que hoje são celebradas em todo o mundo; por todas as Santas almas do purgatório, pelos pecadores de todos os lugares, pelos pecadores de toda a Igreja, pelos de minha casa e de meus vizinhos. Amém.
Apesar das poucas referências bibliográficas sobre São Prosdócimo, sabe-se que ele foi o primeiro evangelizador da região de Vêneto, mais precisamente das cidades de Pádua e Rieti, ainda no Século II, quando toda esta região italiana era pagã e não conhecia Jesus Cristo. Ele foi desbravador e semeador. De tal forma que as sementes do Evangelho lançadas por ele criaram raízes profundas que marcaram definitivamente esses povos. Não é por uma mera coincidência que o nome “Prodócimo” tem a ver com tudo isso.
O significado do nome “Prosdócimo”
O nome Prosdócimo vem da língua grega e quer dizer "esperado". Sob o aspecto do conhecimento de Jesus Cristo e da salvação eterna, pode-se dizer que São Prosdócimo foi, realmente, “esperado” por toda essa região, pois levou para lá a melhor notícia que a humanidade pode receber, que é o Evangelho e o conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo.
Bispo
Além de primeiro evangelizador, São Prosdócimo foi sagrado o primeiro bispo de Pádua e Rieti. Durante décadas, exerceu ali seu ministério episcopal, dedicando-se ao anúncio do Evangelho e à formação de novos e santos seguidores de Jesus Cristo. Batizou milhares de ex-pagãos que abraçavam o Evangelho com alegria e esperança; formou padres e diáconos que se dedicavam ao atendimento do povo e expandiam ainda mais a fé entre todos.
Pacificador
Nesta missão, São Prosdócimo estabeleceu a paz entre inimigos mortais. Em nome de Jesus Cristo, reconciliou famílias e fez chegar o Reino dos céus aos corações de todos os que se abriram, causando uma verdadeira transformação em toda a região do Vêneto.
Curas e milagres
Como não poderia deixar de ser, a missão evangelizadora de São Prosdócimo foi acompanhada de curas e milagres. Era a mão de nosso Senhor comprovando e colaborando com a disposição evangelizadora de São Prosdócimo. Por causa dessas curas e intervenções extraordinárias da parte de Deus, grande parte dos pagãos acreditou na palavra de São Prosdócimo e se converteu ao cristianismo.
Evangelizador da Veneza Ocidental
Livros oficiais da Igreja contam que São Prosdócimo evangelizou também a região da Veneza Ocidental. Sabe-se que, também ali, ele realizou uma grandiosa obra de difusão do Evangelho, conseguindo enraizar, para sempre, a fé cristã na alma sedenta dessas populações.
Igreja
Após sua morte, o povo de Pádua ergueu uma bela igreja, fora das muralhas da cidade, em homenagem a São Prosdócimo. Mais tarde esta igreja passou a ser a Igreja de Santa Justina, em homenagem à santa mártir convertida pela missão do bispo Prosdócimo.
Santa Justina
Justina foi uma mulher forte e corajosa convertida pela pregação de São Prosdócimo. E a fé cristã ficou de tal forma gravada em seu coração, que ela enfrentou a perseguição do imperador romano Nero, foi presa e condenada à morte por causa da fé em Jesus Cristo. Como de costume, ofereceram a ela a oportunidade de ser poupada caso negasse a fé cristã. Ela, porém, preferiu morrer a negar seu Senhor, Jesus. Por isso, foi morta. Não se sabe porque São Prosdócimo foi poupado.
Morte
Sabe-se que São Prosdócimo faleceu de morte natural depois de ter dedicado sua vida à evangelização desta região italiana. Por isso, ele se tornou o padroeiro das cidades de Pádua e Rieti. O culto a São Prosdócimo ainda é bastante vigoroso nessas regiões. A intercessão de São Prosdócimo é invocada contra o desânimo e nas aflições e seu culto foi oficializado para o dia 7 de novembro.
Oração de São Tomás More para pedir alegria em meio ao sofrimento
Uma belíssima oração que o santo escreveu quando estava na prisão e sabia que ia ser morto.
Fiel servidor do Reino de Deus, sempre de bom humor, o doutor em direito e brilhante professor, São Tomás More, nomeado o Padroeiro dos Políticos, sempre recorria a oração:
Dai-me, Senhor, um pouco de sol,
algum trabalho e um pouco de alegria.
Dai-me o pão de cada dia,
uma boa digestão e algo para digerir.
Dai-me uma maneira de ser, de forma que eu seja capaz de ignorar o aborrecimento,
as lamentações e os suspiros.
Não permitais que eu me preocupe demasiadamente com esta coisa embaraçosa que eu sou.
Dai-me, Senhor, a dose de humor suficiente para que eu encontre a felicidade nesta vida
e para que eu seja útil aos outros.
Que sempre haja uma canção em meus lábios,
uma poesia ou uma história para me distrair.
Ensinai-me a entender os sofrimentos e a não vê-los como maldição.
Dai-me a graça de encontrar o bom sentido,
pois tenho muita necessidade dele.
Senhor, dai-me a graça,
neste momento de medo e angústia,
de lembrar-me do grande medo
e da assombrosa angústia que Vós experimentastes no Monte das Oliveiras.
Fazei que, no esforço de meditar sobre vossa agonia,
eu receba o consolo espiritual necessário
para proveito de minha alma.
Concedei-me, Senhor, um espírito sossegado,
gentil, caridoso, benévolo, doce e compassivo.
Que, em todas as minhas ações,
palavras e pensamentos, eu experimente
o gosto de vosso Espírito santo e bendito.
Dai-me, Senhor, uma fé plena, uma esperança firme e uma caridade ardente.
Que eu não ame ninguém contra a vossa vontade,
mas sim todas as coisas, em função de vosso querer.
Cercai-me de vosso amor e de vossa graça.
“Tende, pois, bom ânimo, filha minha, e não vos preocupeis comigo,
seja o que quer que aconteça comigo neste mundo.
Nada pode acontecer-me sem que Deus queira.
E tudo o que ele quer, por pior que nos pareça,
é, na realidade, o melhor”.
“Embora eu esteja convencido, minha querida Margarita,
de que a maldade que passei nessa vida é tão merecida a ponto de Deus me privar de tudo,
nem por um momento deixarei de confiar na sua imensa bondade.
Até agora, sua graça santíssima me deu forças para postergar tudo:
as riquezas, as ganâncias e a própria vida,
antes de prestar juramento contra minha consciência”.
Virgem e mártir da Ordem Franciscana Secular (1931-1957).
Beatificada por São João Paulo II no dia 4 de outubro de 1987.
A filha mais velha do Roque e Sara Noris Morosini, nasceu em Fiobbio, diocese e província de Bérgamo, no dia 7 de janeiro de 1931. Educada na fé cristã por seus pais, e especialmente por sua mãe, ela fez os primeiros estudos com bons resultados, mas devido à pobreza da família, que precisava de seu trabalho, ela aprendeu o ofício da costura e, com a idade de 15 anos, foi colocada para trabalhar na fábrica de roupas Honeger de Albino.
Para lá ia todos os dias a pé, com a alegria de ser útil à sua família. No ambiente de trabalho sempre se distinguiu pela sua diligência e cortesia, o espírito calmo, fé e caridade, de modo que ela ganhou a estima e o respeito dos gerentes e colegas de trabalho, a quem edificava pelo seu exemplo.
Inscrita na Juventude Feminina da Ação Católica participou da peregrinação a Roma para a beatificação de Maria Goretti (27/04/1947); foi a única viagem que fez em sua vida. Esforçou-se ativamente em todas as obras da paróquia, sobretudo como zeladora do seminário e das Missões. Todas as manhãs, antes de ir trabalhar, participava da Eucaristia e, no trajeto, sempre rezava o Rosário.
Como de costume, no dia 4 de abril de 1957 repetiu a sua rotina habitual. No início da tarde, quando retornava de Albino para sua casa, em um lugar solitário foi abordada por um jovem que não escondeu seus propósitos estranhos. Pierina tentou fazê-lo entender a seriedade das suas intenções e colocou uma forte resistência. Foi inútil. Ele a atacou, mas ela defendeu-se com toda sua força.
Mortalmente ferida na cabeça repetidas vezes com uma pedra, seguiu pronunciando palavras de fé e de heroico perdão, até que ela entrou em coma irreversível. Mais tarde encontrada no local do seu martírio, foi levada ao hospital em Bérgamo, onde, sem recuperar a consciência, morreu no dia 6 de abril. Ela tinha 26 anos. O cirurgião que visitou o hospital, imediatamente exclamou: “Temos uma nova Maria Goretti” e poucos sabiam da sua bondade, e justiça, e de imediato a consideraram mártir. Beatificada pelo Papa São João Paulo II em 4 de outubro de 1987.