segunda-feira, 8 de junho de 2026

Reparador dos sacrários abandonados, São Manuel Gonzáles García

 


Deus não deixa de suscitar ao longo dos tempos almas fervorosas que O adorem no tabernáculo, assim como Ele chamou outrora os pastores e os Magos a Belém. Entre estas almas especialmente devotas da Divina Eucaristia cabe destacar uma: Dom Manuel González García, o “Bispo do Sacrário Abandonado”, cuja memória é celebrada no dia 4 de janeiro.  

Chamado ao sacerdócio desde a infância

Nasceu ele em Sevilha, a 25 de fevereiro de 1877. Sua família era muito católica.

Passou a infância tranquilamente junto aos pais e irmãos. O fato de não terem sido atendidos alguns de seus anseios de criança levaram-no, anos depois, a dar graças a Deus, porque com isso, dizia ele, aprendera a bem governar seus gostos pessoais, a ter um conhecimento mais real da vida e a compadecer-se dos necessitados.

Fez sua Primeira Comunhão em 11 de maio de 1886, e recebeu o Sacramento da Crisma em dezembro do mesmo ano. Fortalecido na fé pelos Sacramentos, crescia no pequeno Manuel a convicção de sua vocação para o sacerdócio.

Seus pais não escondiam o contentamento de poderem, um dia, ver o filho subir ao altar para celebrar o Santo Sacrifício, mas o desvelo materno não deixava de apontar a seriedade com que deveria ser feita a escolha: “Meu filho, muito nos agradaria ver-te sacerdote, porém, se o Senhor não te chama, não o sejas; desejo mais que sejas um bom cristão, que um mau sacerdote”.

Quando tinha 12 anos, uma vez desapareceu de casa. Caiu a noite e não havia indícios de onde pudesse ser encontrado. Em vão buscaram-no pelas igrejas nas quais costumava ir e por todo o bairro. Disfarçada aflição já se fazia sentir entre os familiares, quando, em determinado momento, o menino chegou e pediu perdão aos pais pelo tardio da hora.

Apresentou-lhes alguns papéis e explicou que voltava do seminário menor, onde sua matrícula acabava de ser aceita, por ter sido aprovado no exame de admissão.

“Que eu não perca minha vocação”

De imaginação viva, grande capacidade intelectual e coração de generosos sentimentos, logrou, por sua constância e vontade firme, passar por todas as dificuldades da primeira etapa do seminário, desde assaltos de escrúpulos e doenças, até investidas contra o sacerdócio, vindas dos flancos mais inesperados…

Certa manhã, em plena sala de aula, um de seus professores pronunciou-se jocosamente contra o celibato eclesiástico. Ao ouvi-lo, Manuel pôs-se de pé e, cheio de brios, declarou: “É indigno que um professor se atreva a falar com tão pouco respeito desta delicada matéria. Não podemos consentir que se fale desta maneira aos que nos preparamos para o sacerdócio. Eu protesto com toda a minha alma!”.

Irritou-se o professor ao ser repreendido por um aluno e a classe se encerrou em clima de tensão. Na saída, seus condiscípulos o aplaudiram com entusiasmo pelo ato de coragem e ousadia. Depois, o mestre retificou perante os alunos sua opinião e pediu-lhes perdão por sua falta…

Outro fato da época de seminarista revela-nos seu zelo pela vocação: aproximando-se o tempo do serviço militar, pôs sua causa nas mãos do Sagrado Coração de Jesus e de Maria Imaculada, pedindo-Lhes que o livrassem deste risco para sua vocação. No entanto, acabou sendo chamado às filas… Confiante, não se perturbou. Havia ainda a possibilidade de se pagar um indulto de 1.500 pesetas para obter a dispensa.

Apresentou-se ao reitor do seminário e pediu autorização para recolher entre os conhecidos a não pequena soma. Assim, escreveu uma carta circular a estes todos. A quantia arrecadada chegou em tal abundância que, além de ter sido suficiente para ele, lhe permitiu também auxiliar outro seminarista em situação análoga.

Triste e suplicante olhar de Jesus

Depois de ser ordenado diácono, em 11 de junho de 1901, o jovem seminarista foi enviado a inúmeras missões, em diversas aldeias. Grandes sonhos evangelizadores trazia no coração, mas logo começou a dar-se conta de uma terrível realidade: “deparava-me com miniaturas de cidades grandes, com toda a corrupção moral destas…

Apesar de não ver nos aldeões a sede das coisas divinas — e talvez exatamente por este motivo! —, desejava ser para as almas como Cristo na Sagrada Hóstia: doar-se com amor até o sacrifício e por toda a vida. Com este propósito no coração foi ordenado presbítero, em 21 de setembro de 1901, aos 24 anos de idade.

Passou os três primeiros anos de sua vida sacerdotal pregando nas igrejas da Diocese de Sevilha. Incansável na cura de almas, também o era no zelo por Jesus Sacramentado.

Numa de suas missões, em Palomares del Río — cidade-fantasma em matéria de frequência à igreja e aos Sacramentos —, recebeu o chamado para ser reparador dos “Sacrários Abandonados”.

Tendo ouvido do sacristão o relato da pouca piedade de seus habitantes, descreve-nos ele mesmo o que se passou:

“Fui direto ao sacrário da restaurada igreja, em busca de asas para meu entusiasmo ­quase desfalecido e… que sacrário! […] Ali, de joelhos ante aquele monte de farrapos e sujeiras, minha fé via através daquela velha portinha um Jesus tão calado, tão paciente, tão menosprezado, tão bom, que me fitava… Parecia-me que depois de percorrer com sua vista aquele deserto de almas, pousava em mim seu olhar, entre triste e suplicante, que me dizia muito e me pedia mais…”.

A partir de então, foi por toda a vida um adorador e reparador de Nosso Senhor abandonado nos sacrários, e procurou transmitir seu espírito de reparação a todos quantos se colocaram sob sua direção, sobretudo aos sacerdotes, pois bem sabia que do exemplo deles depende muito a fé e a devoção do povo católico.


Fundador de obras reparadoras

A graça recebida em Palomares del Río calou fundo no espírito do padre Manuel.

Como capelão de um asilo em Sevilha, promoveu adorações ao Santíssimo entre os anciãos, com o intuito de que eles, em sua soledade, fizessem companhia ao Grande Abandonado do sacrário. E nunca perdiam sua hora de vigília!

Nascia assim uma espécie de “Irmandade dos Abandonados”, os primeiros reparadores do “Sacrário Abandonado”.

Aos 28 anos foi enviado pelo Arcebispo de Sevilha como Arcipreste de Huelva, cidade que jazia numa deplorável decadência moral e espiritual.

Encontrava-se padecendo terríveis provações, quando recebeu do Bispo de León o convite para secretariá-lo. Deixando a escolha nas mãos de seu Arcebispo, recebeu deste a ordem de ali permanecer.

O estado em que se encontrava o tabernáculo revelava ao padre Manuel a medida da vida moral e espiritual da freguesia. Às paróquias vazias ou às igrejas com sacrários abandonados costumava denominá-las “Calvários”.

Para reverter tal situação, inaugurou a Obra das Três Marias, composta por um grupo de piedosas colaboradoras de suas atividades apostólicas, às quais lançou esta pungente conclamação: “Marias adoradoras, ante os olhos dos fariseus modernos e as ingratidões do povo que foi cristão, e à covardia e preguiça dos discípulos, ocupai vosso posto junto à Cruz com Maria, Mãe de Jesus’”.

Mais tarde, fundou a obra dos Discípulos de São João. Ambas as iniciativas tinham por objetivo primordial incentivar os fiéis — homens e mulheres — a promoverem adoração e reparação diante dos “sacrários-calvários”, a exemplo de Maria Santíssima, Maria Madalena, Maria de Cléofas e São João Evangelista, aos pés da Cruz.

Para seu consolo, estes empreendimentos difundiram-se rápida e largamente. A eles se uniram várias outras obras: Missionários Eucarísticos Diocesanos, Missionárias Eucarísticas de Nazaré, de religiosas, Missionárias Auxiliares Nazarenas, de leigas consagradas, Reparação Infantil Eucarística e Juventude Eucarística Reparadora.

Ser hóstia de amor para Jesus

Em dezembro de 1915 foi nomeado Bispo titular de Olimpo e auxiliar de Málaga, e, em janeiro seguinte, recebia a ordenação episcopal. Ao se tornar o titular desta diocese, em 1920, fundamentou sua ação pastoral em três pilares: a formação dos sacerdotes, a educação religiosa das crianças e o cultivo de uma piedade autêntica entre os fiéis.

A cada um destes aspectos deu uma atenção especial, não obstante, seu chamado a ser reparador dos “Sacrários Abandonados” o levou a dar prioridade à preparação dos futuros sacerdotes e a fundar um seminário em Málaga. Incansável nesta tarefa, Dom Manuel muito lutou para vê-los compenetrados da importância de sua missão.

Preocupado pela onda secularizadora que influenciava até os próprios sacerdotes, exortava-os: “Se o amor que tem meu Jesus é amor de Hóstia, eu devo ser para Jesus hóstia de amor. Se Jesus é minha Hóstia de todos os dias e de todas as horas, não devo aspirar e preparar-me para ser sua hóstia de todas as horas e de todos os dias?”.

Ademais, procurava sempre incutir-lhes a convicção de que, ao ser ordenado, o sacerdote deixa de ser um “homem comum”. A pessoa do presbítero fica inteiramente marcada por seu ministério; não se trata de uma função a ser exercida apenas por algumas horas diárias.

Por isso os alertava: “Sacerdotes, meus irmãos, sabei que cada vez que vos vestis de homem, falais como homem, aspirais e ambicionais como homem, olhais vossos irmãos e vossos superiores como homem, vos conduzis na sociedade como homem e não como sacerdote, a revolução secularizadora conquista um triunfo e o espírito cristão sofre uma derrota. Não vos esqueçais de que em ser e viver como sacerdote está toda a vossa honra, vossa força e a fecundidade da missão que Deus e a Igreja vos confiaram”.



Uma vida consagrada a Jesus Eucarístico


Em maio de 1931, o anticlericalismo tomou conta das ruas da Espanha. Igrejas e conventos foram queimados e profanados das formas mais bárbaras e inumanas. A cidade de Málaga foi uma das mais afetadas pela onda do ódio religioso. Imagens históricas de Nosso Senhor e de Nossa Senhora arderam em praça pública e, junto com elas, pinturas, documentos e valiosas peças litúrgicas.

Há pouco mais de uma década à testa da Diocese de Málaga, Dom Manuel vê seu palácio episcopal ser consumido pelas chamas, sem ter meios de evitá-lo. Para salvar a própria vida precisou refugiar-se na vizinha Gibraltar, e ali permaneceu exilado por alguns meses.

Estabeleceu-se mais tarde em Ronda, mas logo seguiu para Madri, de onde acompanhava os acontecimentos de sua diocese. Em 1935, foi nomeado Bispo de Palência, cidade em que passou o último período de sua vida.

Em novembro de 1939, sua saúde, já debilitada, sofreu grande abalo com uma enfermidade renal, e, em 31 de dezembro, foi transladado ao Sanatório do Rosário, em Madri, onde na madrugada de 4 de janeiro de 1940, aos 62 anos de idade, entregou sua alma a Deus.

Seus restos mortais foram depositados aos pés do Santíssimo Sacramento, na Catedral de Palência. Sobre a lápide de mármore branco, ficou gravado o seguinte epitáfio, por ele mesmo composto: “Peço ser enterrado junto a um sacrário, para que meus ossos, depois de morto, como a minha língua e a minha pena durante a vida, estejam sempre dizendo aos passantes: Aí está Jesus! Aí está! Não O deixeis abandonado!”.




quinta-feira, 30 de abril de 2026

"Consagrei-me, e Agora? Passos Práticos para uma Vida com São José"

 



Como viver após a Consagração a São José no meu dia a dia?

A consagração a São José é um caminho espiritual muito bonito dentro da tradição da Igreja, mas muitas pessoas ainda não sabem exatamente o que ela significa.

Consagrar-se é oferecer livremente a própria vida a Deus. É reconhecer que tudo o que somos e tudo o que temos pertence ao Senhor e confiar a Ele nossos sonhos, nossas dificuldades, nossa família e nosso caminho. Quando fazemos isso pelas mãos de São José, colocamos nossa vida sob os cuidados daquele que Deus escolheu para ser o guardião da Sagrada Família.

Depois da Santíssima Virgem Maria, não há santo maior na Igreja. São José foi escolhido pelo próprio Deus para ser o pai adotivo de Jesus na Terra. Ele cuidou, protegeu e guiou o Filho de Deus com fidelidade e silêncio. E a Igreja sempre acreditou que aquele que recebeu de Deus uma missão tão grande continua no Céu intercedendo por nós e cuidando das nossas necessidades.

Por isso tantos santos tiveram uma profunda devoção a ele. Santa Teresa de Jesus dizia que não se lembrava de ter pedido algo a São José sem ser atendida. Ao longo da história da Igreja, muitos cristãos descobriram que confiar a vida a São José é aprender a confiar mais em Deus.

A consagração normalmente é precedida por um caminho de preparação de 33 dias. Durante esse tempo a pessoa aprofunda o significado da consagração, conhece mais profundamente a vida e a missão de São José e prepara o coração por meio da oração e da formação espiritual.

Ao final desse caminho escolhe-se um dia especial para fazer a oração de consagração, de preferência após participar da Santa Missa. Nesse momento a pessoa entrega sua vida a Deus pelas mãos de São José, confiando a ele sua família, seu trabalho, suas decisões e suas necessidades.

É um gesto simples, mas que pode transformar profundamente a nossa intimidade com Deus.

E como viver após a Consagração a São José?

O fruto da consagração a São José é assemelhar-se a seu pai espiritual e tornar-se em virtude, como São José. Além disso aqueles que se consagraram a São José não são obrigados a usar sinais externos de consagração, mas caso você queira usar um sinal, você pode escolher o escapulário de São José, uma medalha com uma corrente, uma cadeia/pulseira de São José, mas isso não é um requisito. O mais importante a ser lembrado é que você é o sinal.

Para que possamos manter o fervor inicial e não deixar que esta chama que se acendeu venha a enfraquecer, eu aponto alguns "Atos de Devoção" para te ajudar a crescer, nas virtudes e amizade com São José.




1. Assim como a primeira sexta-feira do mês é importante para dos devotos do Coração de Jesus e o primeiro sábado do mês aos devotos do Imaculado Coração de Maria a primeira quarta-feira do mês deve ser também vivida de forma dedicada a honrar São José, faça deste dia um recolhimento, busque o silêncio, se prepare para uma boa confissão, santa missa e ofereça uma abstinência ou mortificação em desagravo ao Castíssimo Coração de São José.

2. O dia 19 de cada mês deve ser vivido de forma festiva, neste dia procure participar da Santa Missa e recite o ato de Consagração a São José, reze a Ladainha, pois esta oração é enriquecida com indulgência parcial para quem cumpre as normas para se obter indulgências.

3. As quartas-feiras, é o dia da semana especialmente dedicado a São José, você pode e deve rezar a Coroa de São José, o Ofício e a Ladainha de São José dia.

4. Reze o terço de São José todos os dias, crie este hábito de pedir a intercessão de São José para você e por tantas necessidades por meio do terço de São José.

5. Pratique a devoção dos Sete Domingos a São José, esta forma de oração pode ser mediata em qualquer época do ano.

6. Reze às quarta-feira os mistérios gozosos do rosário em honra a São José.

7. Sempre que possível faça uma peregrinação a uma igreja ou santuário dedicado a São José na sua cidade ou estado.

8. Renove anualmente a Consagração a São José, se possível realize o itinerário dos 33 dias de preparação.

Se você ainda não se consagrou a São José, te convido para iniciarmos este itinerário, são 33 dias de preparação, ao qual você vai conhecer melhor quem foi São José e a sua imporntância para os tempos atuais. Te espero na próxima turma.


Segue o link do Grupo para você ter acesso a todo o conteúdo da preparação.

Grupo de Consagração






33º Dia - 33 Dias de Preparação - Consagração a São José

 

Consagração a São José


33º Dia - “Ele constituiu-o Senhor de sua casa, e fê-lo príncipe de todos os seus bens”


Roteiro


Com este Roteiro você tem todo o conteúdo necessário para se Consagrar a São José, estão as meditações de cada dia, a leitura e as orações para te ajudar, basta apenas clicar nos vídeos e os mesmos serão reproduzidos sem necessitar sair desta página. Caso deseje pode acompanhar com o livro os textos.


1 - Reflexão sobre o TEMA e a LEITURA de hoje, acompanhe no livro página 133-135 e 137-138





3 - Orações para este dia

Ladainha de São José



Veni, Sancte Spiritus (Vem, Espírito Santo)


Encerramento

Encerre rezando uma Ave Maria suplicando a Virgem Maria que te ajude a ser um filho espiritual de seu esposo São José.


Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém



Conheça a história:

Assista o Filme Coração de Pai e entenda como São José age hoje no mundo


quarta-feira, 29 de abril de 2026

Triduo a São José Operário

 



Hoje, dia 28 de abril, iniciamos o Tríduo a São José Operário.

    Há 71 anos, celebramos no dia 01 de maio, a Festa de São José Operário, patrono dos trabalhadores. A dignidade desta comemoração foi dada em 1955, pelo venerável Papa Pio XII que, em meio a Praça de São Pedro, repleta de mais de 200 mil pessoas, ‘cristianizou’ a festa civil do dia do trabalhador, para dignificar os frutos do esforço humano através do trabalho. 
    Peçamos, através deste Tríduo o patrocínio e proteção daquele que ensinou o seu ofício ao Filho de Deus. São José Operário, patrono e modelo de todos os trabalhadores, rogai por nós!


Tríduo a São José

Oração inicial para todos os dias

Pelo Sinal da Santa Cruz livrai-nos Deus de nossos inimigos.


Benditos e amados sejam os dulcissimos nomes de Jesus, Maria e José. Amém.

A vós recorremos, bondoso Patriarca, e com muito fervor de nosso afligido coração pedimos que, deste trono de glória em que vos colocaram as virtudes e merecimentos, escuteis propício nossas súplicas e tenhais piedade de nós.

Humildemente confessamos que as tribulações são penas de nossas culpas; por isso com dor no coração, pedimos a Deus perdão.

Amoroso São José, pelo amor que professais a Jesus e Maria e pela autoridade que sobre eles exercestes aqui na Terra, intercedei agora por nós no Céu, escutando as petições e apresentando-as a vossa Esposa Imaculada e ao divino Filho para que sejam favoravelmente ouvidas, para maior glória de Deus e santificação de nossas almas. Amém.

Castíssimo esposo da Virgem Maria e amável protetor São José, que jamais se ouviu dizer que alguém já tenha invocado a proteção e implorado o auxílio e não tenha sido consolado. Cheio de confiança no poder, já que exercestes com Jesus o cargo de Pai, venho à vossa presença e me encomendo com muito fervor. Não desprezeis as súplicas, antes acolhei-as e dignai-vos atendê-las piedosamente. Amém.

1º dia

Aqui estamos em vossa gloriosa presença, doce protetor São José, implorando o eficaz patrocínio. Dirigi ó Grande Santo, um olhar amoroso sobre nós, miseráveis filhos de Eva, e alcançai-nos com a graça que pedimos as virtudes da humildade, pureza e obediência, a honra de morrer assistidos por Jesus, por Maria e por vós, para o bendizer e o louvar no Céu eternamente. Amém.

Pedir a graça que se deseja. Rezar sete Pai-Nossos e sete Ave-Marias em memória das sete dores e alegrias de São José.


Oração final para todos os dias

Gloriosíssimo São José, castíssimo Esposo da Mãe de Deus, a vosso amparo acudimos, não desprezais as súplicas e livrai-nos dos perigos. Bendito Patriarca São José, rogai por nós, para que sejamos dignos da graça que imploramos.

Santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, uni rogos aos do castíssimo Esposo e pelos maternais cuidados que dedicastes ao Menino Jesus, intercedei por nós para que sejamos dignos de alcançar a graça que pedimos.

Sacratissimo Coração de Jesus, ouvi benigno as súplicas de Maria, cheia de graça, e de José, varão justo, para que por essa intercessão logremos o favor solicitado, se for para a maior honra e glória Vossa e bem de nossas almas. Vós que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos. Amém.

2º dia

Aos vossos pés nos prostramos com o mais humilde afeto, ó incomparável protetor São José, confiando no eficaz patrocínio. Dirigi, ó grande Santo, um olhar amoroso sobre nós, miseráveis pecadores, filhos de Eva, e alcançai-nos a graça que pedimos juntamente com as três virtudes: terna piedade, gratidão aos divinos beneficios e firme confiança em Deus, que com tanto fruto praticastes, a fim de que, enriquecidos com elas, possamos expirar docemente nos braços de Jesus e de Maria, e chegar depois em vossa companhia no Céu, por toda a eternidade. Amém.

Pedir a graça que se deseja. Rezar sete Pai-Nossos e sete Ave-Marias em memória das sete dores e alegrias de São José.

3º dia

Prostrados ante vós, insigne protetor São José, vimos também hoje em demanda do vosso patro-cínio. Dirigi, ó grande santo, um olhar amoroso sobre nós, miseráveis filhos de Eva, e apresentai nossas súplicas ao Pai Eterno, cujas vezes fizestes na Terra tutelando Seu Divino Filho, oferecidas também ao Espírito Santo, de quem fostes representante como Esposo de Maria. Apresentai-as ao Filho para que sejam benignamente atendidas pela Santíssima Trindade, objeto de nosso amor, agora e sempre, por todos os séculos. Amém.

Pedir a graça que se deseja. Rezar sete Pai-Nossos e sete Ave-Marias em memória das sete dores e alegrias de São José.





32º Dia - 33 Dias de Preparação - Consagração a São José

Consagração a São José


32º Dia - “Protetor da Santa Igreja, rogai por nós”


Roteiro


Com este Roteiro você tem todo o conteúdo necessário para se Consagrar a São José, estão as meditações de cada dia, a leitura e as orações para te ajudar, basta apenas clicar nos vídeos e os mesmos serão reproduzidos sem necessitar sair desta página. Caso deseje pode acompanhar com o livro os textos.


1 - Reflexão sobre o TEMA de hoje, acompanhe no livro página 129


2 - Leitura "Patrono da Igreja universal" acompanhe na página 159


3 - Orações para este dia

Ladainha de São José



Veni, Sancte Spiritus (Vem, Espírito Santo)


Encerramento

Encerre rezando uma Ave Maria suplicando a Virgem Maria que te ajude a ser um filho espiritual de seu esposo São José.


Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém



Conheça a história:

Assista o Filme Coração de Pai e entenda como São José age hoje no mundo













 

terça-feira, 28 de abril de 2026

31º Dia - 33 Dias de Preparação - Consagração a São José

Consagração a São José


31º Dia - “Terror dos demônios, rogai por nós”


Roteiro


Com este Roteiro você tem todo o conteúdo necessário para se Consagrar a São José, estão as meditações de cada dia, a leitura e as orações para te ajudar, basta apenas clicar nos vídeos e os mesmos serão reproduzidos sem necessitar sair desta página. Caso deseje pode acompanhar com o livro os textos.


1 - Reflexão sobre o TEMA de hoje, acompanhe no livro página 125


2 - Leitura "Terror dos demônios" acompanhe na página 295



3 - Orações para este dia

Ladainha de São José


Veni, Sancte Spiritus (Vem, Espírito Santo)


Encerramento

Encerre rezando uma Ave Maria suplicando a Virgem Maria que te ajude a ser um filho espiritual de seu esposo São José.


Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém



Conheça a história:

A Cadeira de São José














 

segunda-feira, 27 de abril de 2026

30º Dia - 33 Dias de Preparação - Consagração a São José

Consagração a São José


29º Dia - “Patrono dos Moribundos, rogai por nós”


Roteiro


Com este Roteiro você tem todo o conteúdo necessário para se Consagrar a São José, estão as meditações de cada dia, a leitura e as orações para te ajudar, basta apenas clicar nos vídeos e os mesmos serão reproduzidos sem necessitar sair desta página. Caso deseje pode acompanhar com o livro os textos.


1 - Reflexão sobre o TEMA de hoje, acompanhe no livro página 121


2 - Leitura "Patrono da boa morte" acompanhe na página 281


3 - Orações para este dia

Ladainha de São José


Veni, Sancte Spiritus (Vem, Espírito Santo)


Encerramento

Encerre rezando uma Ave Maria suplicando a Virgem Maria que te ajude a ser um filho espiritual de seu esposo São José.


Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém



Outras orações se desejar fazer.

Ofício de São José



Terço de São José pelas Famílias