Te amo Milene
Seja bem vindo ao meu canal, sou José João Membro da Comunidade Canção Nova desde 1998. Filho, esposo e pai. Bacharel em Administração, 2021 Bacharel em Teologia, 2025 Intercessor e Pregador Escritor e Colunista Filho Espiritual de São José Eu desejo um Avivamento como teve São José. Que venha um Poderoso Pentecostes sobre a face da terra. Link para minhas redes sociais: https://linktr.ee/josejoaocn
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
12 Lições de São João Paulo II
12 Lições de São João Paulo II
1 – A verdade é que estamos perante uma objetiva “conjura contra a vida” que vê também implicadas Instituições Internacionais, empenhadas a encorajar e programar verdadeiras e próprias campanhas para difundir a contracepção, a esterilização e o aborto. (Evangelho da Vida, 18)
2 – O homem de hoje parece estar sempre ameaçado por aquilo mesmo que produz com o trabalho de suas mãos e da sua inteligência, e das tendências da sua vontade. (RH)
3 – Os mecanismos materialistas produzem, em nível internacional, ricos cada vez mais ricos à custa de pobres cada vez mais pobres.
4 – Um jovem cristão deixa de ser jovem, e há muito não é cristão, quando se deixa enganar pelo princípio fácil e cômodo, de que “o fim justifica os meios”.
5 – O homem não pode viver sem o amor. Ele permanece para si mesmo um ser incompreensível e a sua vida é destituída de sentido se não lhe for revelado o amor, se ele não se encontra com o amor, se o não experimenta e se não o torna algo seu próprio. (RH, 10)
6 – No mistério da Redenção o homem é novamente “reproduzido” e, de algum modo, é novamente criado. (RH,10)
7 – A Igreja existe para levar os seus filhos a serem santos.
8 – A santidade é a força mais poderosa para levar Cristo ao coração dos homens.
9 – Sem Jesus Cristo o homem permanece para si mesmo um desconhecido, um enigma indecifrável, um mistério insondável.
10 – O sentido essencial desta “realeza” e deste “domínio” do homem sobre o mundo visível, que lhe foi confiado pelo próprio Criador, consiste na prioridade da ética sobre a técnica, no primado da pessoa sobre as coisas e na superioridade do espírito sobre a matéria. (RH, 16)
11 – A fé e a razão constituem como que duas asas pelas quais o espírito humano se eleva para a contemplação da verdade. (Fides et Ratio, 1)
12 – O século XX ficará considerado uma época de ataques maciços contra a vida, uma série infindável de guerras e um massacre permanente de vidas humanas inocentes. Os falsos profetas e os falsos mestres conheceram o maior sucesso possível. (EV,17)
1 – A verdade é que estamos perante uma objetiva “conjura contra a vida” que vê também implicadas Instituições Internacionais, empenhadas a encorajar e programar verdadeiras e próprias campanhas para difundir a contracepção, a esterilização e o aborto. (Evangelho da Vida, 18)
2 – O homem de hoje parece estar sempre ameaçado por aquilo mesmo que produz com o trabalho de suas mãos e da sua inteligência, e das tendências da sua vontade. (RH)
3 – Os mecanismos materialistas produzem, em nível internacional, ricos cada vez mais ricos à custa de pobres cada vez mais pobres.
4 – Um jovem cristão deixa de ser jovem, e há muito não é cristão, quando se deixa enganar pelo princípio fácil e cômodo, de que “o fim justifica os meios”.
5 – O homem não pode viver sem o amor. Ele permanece para si mesmo um ser incompreensível e a sua vida é destituída de sentido se não lhe for revelado o amor, se ele não se encontra com o amor, se o não experimenta e se não o torna algo seu próprio. (RH, 10)
6 – No mistério da Redenção o homem é novamente “reproduzido” e, de algum modo, é novamente criado. (RH,10)
7 – A Igreja existe para levar os seus filhos a serem santos.
8 – A santidade é a força mais poderosa para levar Cristo ao coração dos homens.
9 – Sem Jesus Cristo o homem permanece para si mesmo um desconhecido, um enigma indecifrável, um mistério insondável.
10 – O sentido essencial desta “realeza” e deste “domínio” do homem sobre o mundo visível, que lhe foi confiado pelo próprio Criador, consiste na prioridade da ética sobre a técnica, no primado da pessoa sobre as coisas e na superioridade do espírito sobre a matéria. (RH, 16)
11 – A fé e a razão constituem como que duas asas pelas quais o espírito humano se eleva para a contemplação da verdade. (Fides et Ratio, 1)
12 – O século XX ficará considerado uma época de ataques maciços contra a vida, uma série infindável de guerras e um massacre permanente de vidas humanas inocentes. Os falsos profetas e os falsos mestres conheceram o maior sucesso possível. (EV,17)
Deus abençoe!
José João
quinta-feira, 19 de março de 2015
Rosário de São José
Pelo Sinal da Santa Cruz,
Livrai-nos Deus, Nosso Senhor,
dos nossos inimigos.
Em nome do Pai,
do Filho e do Espírito Santo.
Amém.
1º Mistério
-Encontro de Maria e José e o noivado
2º Mistério
-Informado pelo Anjo, José sabe de agora em diante que Maria vai ser Mãe do Salvador.
3º Mistério
No presépio de Belém, José e Maria adoram o Filho de Deus
4º Mistério
Para escapar do massacre dos inocentes ordenado pelo rei Herodes, José foge para o Egito com Jesus e Maria
5º Mistério
Após a morte do rei Herodes, José retorna a Nazaré com Jesus e Maria.
Em lugar do Pai-nosso
Meu glorioso São José, nas vossas maiores aflições e tribulações, o Anjo não vos valeu?
Valei-me, São José!
Em lugar das Ave-Marias
São José, valei-me!
quarta-feira, 18 de março de 2015
Oração a São José para pedir a Divina Sabedoria
Para pedir a Divina Sabedoria (composta por São Luiz G. de Montfort)
Ave, São José, homem justo, a Sabedoria está convosco, bendito é Jesus, o fruto de Maria, vossa fiel Esposa.
São José, digno pai e protetor de Jesus Cristo, rogai por nós, pecadores, e obtende-nos de Deus a divina Sabedoria, agora e na hora da nossa morte. Amém
São José, valei-nos e rogai por nós!
São José, digno pai e protetor de Jesus Cristo, rogai por nós, pecadores, e obtende-nos de Deus a divina Sabedoria, agora e na hora da nossa morte. Amém
São José, valei-nos e rogai por nós!
O Arquiteto de Deus!? Antoní Gaudí
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Antoni Gaudí i Cornet (1852-1926) é o gênio por detrás de La Pedrera - Casa Milà e um dos arquitetos mais famosos do mundo. O seu estilo único, singular e inclassificável, juntamente com o seu espírito inovador, levou-o a projetar alguns dos edifícios mais emblemáticos de Barcelona. A obra de Gaudí, original na sua abordagem, transcendeu o seu tempo e os diferentes estilos arquitetónicos da época.
“As minhas ideias são de uma lógica indiscutível; o único que me faz duvidar é que não foram aplicadas anteriormente.” - Antoni Gaudí
A vida de Gaudí foi marcada por uma observação atenta da natureza, procurando sempre a racionalidade das formas para extrair desta todo o seu potencial e utilidade na construção. A sua obra, inserida no contexto da ascensão do Modernismo na Catalunha no final do século XIX, é um testemunho da sua genialidade em criatividade.
1852 - A sua vida
Nascimento, infância e juventude
Na sexta-feira, 25 de junho de 1852, às nove e meia da manhã, nasce Antoni Gaudí i Cornet, filho de Antônia Cornet de Reus e de Francisco Gaudí Serra, caldeireiro de Riudoms. No dia seguinte, foi batizado na igreja prioral de Sant Pere. Reus era a cidade da sua família materna, onde viviam e onde tinham a caldeiraria.
Gaudí, o mais novo da família, tinha cinco irmãos, dois dos quais, Maria e Francesc, morreram antes dos cinco anos de idade. Gaudí frequentou a escola primária e secundária em Reus.
Os problemas de saúde de Gaudí levaram-no a passar períodos de tempo na casa da família em Riudoms, onde o contato direto com a natureza era fundamental para o futuro arquiteto. Atribui-se à mãe de Gaudí a tarefa de o habituar a deliciar-se com as flores, folhas, insetos e os pássaros dos arredores de Mas de la Calderera para o distrair dos seus males.
Mas de la Calderera, uma casa de campo situada em Riudoms, a oito quilómetros de Reus, era um local habitual de estadia da família, onde o jovem Gaudí passou parte da sua infância e juventude. A família chamava-lhe maset, tinha um hectare e uma pequena casa térrea sem chaminé.
De estudante a arquiteto
Aos dezassete anos, mudou-se para Barcelona para terminar o curso secundário. Em setembro de 1873, matriculou-se na Escola de Arquitetura. O percurso académico de Gaudí permite-nos seguir o processo dos seus estudos, que se caracterizavam por uma certa irregularidade, embora se tenha destacado em desenho, matemática e projetos, nos quais foi aprovado com notas exemplares. Era um estudante dedicado, à sua maneira.
Gaudí combinou os seus estudos com colaborações com arquitetos de prestígio que viram nele o seu grande potencial.
Aos vinte e seis anos, Gaudí fez o exame final de curso e, a 15 de março de 1878, foi-lhe finalmente atribuído o título de arquiteto. É famosa a expressão atribuída ao diretor da escola, Elies Rogent, no corpo docente: «Demos o título a um louco ou a um génio, o tempo dirá.»
Jovem dandy e arquiteto
A vocação de Gaudí para o trabalho de arquiteto era forte e apaixonada. Gaudí já podia receber trabalhos e assinar como arquiteto, desenhando o seu primeiro cartão como profissional "Ant.º Gaudí, arquiteto. Escritório de advocacia: Barcelona-Call-11-3".
Embora Gaudí nunca tenha esquecido as suas origens modestas, nos seus primeiros anos como arquiteto deixou-se levar pela prosperidade que ia alcançando. Gaudí tinha estatura média, olhos azuis, barba e cabelo comprido, segundo a moda da época e bem cuidados. Frequentava regularmente restaurantes, fumava charutos e andava bem vestido, com fraque e cartola.
Gaudí não se casou, embora não seja claro se foi por vontade própria ou porque não teve sorte nos pedidos de casamento, como no caso da jovem Pepita Moreu, a quem, segundo se conta, se declarou. Duas outras desilusões amorosas fizeram-no desistir de mais experiências amorosas
Nesse momento o aparecimento de Eusebi Güell e Bacigalupi foi fundamental; para além de se tornar o grande mecenas de Gaudí, estavam ligados por uma grande e profunda amizade. A relação entre os dois foi a mais intensa que teve com os seus clientes.
Torna-se membro da Associação Catalã de Excursões Científicas, onde faz amizade com o poeta e padre Jacint Verdaguer. Os encontros-excursões histórico-artísticos levam-no à Catalunha, a Maiorca e a algumas povoações do sul de França.
E não tardou a receber as suas primeiras grandes encomendas.
Anos de maturidade
O Gaudí maduro é um homem austero, com uma vida quase espartana, zeloso com a sua privacidade, dedicado à sua família, aos seus poucos amigos e, sobretudo, à sua obra. Aqueles que conheceram Gaudí sublinham a sua forte personalidade, que se resume numa inteligência clara, numa sensibilidade sutil e numa profunda paixão pelo trabalho. Os seus colaboradores chamavam-lhe Anton ou Sr. Gaudí. Gaudí não escondia o seu carácter impetuoso, que, como ele próprio dizia, tinha tentado controlar durante toda a sua vida.
Em 1906, Gaudí compra uma casa no Park Güell e muda-se para lá com o seu pai e a sua sobrinha. No mesmo ano, o seu pai morre. No início de 1912, morre a sua sobrinha, Rosa Egea Gaudí. A partir desse momento, e antes de permanecer sozinho na casa do Park Güell, ele prefere instalar-se no atelier da Sagrada Família, onde passa os últimos anos da sua vida.
Em 1910, Gaudí sofre de anemia grave devido ao excesso de trabalho e passa uma temporada em Vic. Um ano mais tarde, doente com a febre de Malta, muda-se para Puigcerdà. Durante a sua estadia, Gaudí adoece e faz o seu testamento a 9 de junho de 1911.
O círculo de amigos de Gaudí incluía o poeta Joan Maragall, o bispo Grau, o jesuíta Ignacio Casanovas, o advogado Martí Trias e o médico Pere Santaló.
A fama de Gaudí consolidava-se, atravessando fronteiras. Na primavera de 1910, foi organizada uma exposição da obra de Gaudí no Salon de la Société des Beaux-Arts, em Paris.
Gaudí detido
Um episódio da vida de Gaudí que demonstra o seu forte carácter e as suas profundas convicções cívicas e religiosas é a detenção que sofre em 1924. A 11 de setembro de 1924, a Liga Espiritual da Virgem de Montserrat, da qual Gaudí era membro, organizou uma missa na igreja dos Santos Justo e Pastor, muito próxima da Câmara Municipal da cidade.
A igreja estava aberta e Gaudí quis entrar, mas a polícia não o deixou porque durante a ditadura de Miguel Primo de Rivera todos os atos de reivindicação nacional eram proibidos. Gaudí foi detido por ter confrontado a polícia. Considerou que não tinham autoridade para o proibir de frequentar o culto, que para Gaudí só o bispo a possuía, e de se dirigir a estes em catalão.
Ficou detido durante quatro horas e teve de pagar uma multa para poder sair. Como não tinha dinheiro consigo, enviou um bilhete ao pároco da igreja de La Mercè para que o ajudasse a pagar a multa. O pároco não tardou em avançar com setenta e cinco pesetas: cinquenta para pagar a multa de Gaudí e as outras vinte e cinco para pagar a de um prisioneiro, um caixeiro-viajante, que estava com este e de quem Gaudí teve pena.
A morte de Gaudí
Na tarde de segunda-feira, 7 de junho de 1926, Gaudí dirigiu-se ao oratório de Sant Felip Neri. Perto da Plaza de Tetuán, absorto nos seus pensamentos, é atropelado por um elétrico. Ele ficou sem sentidos e foi levado para o hospital de Santa Creu. Ninguém o reconheceu, estava vestido humildemente e não tinha documentos, apenas um livro dos Evangelhos no bolso. Gaudí sobreviveu durante três dias. Recebe a visita de amigos e colaboradores e morre a 10 de junho, com 73 anos.
A 12 de junho, realizou-se uma grandiosa manifestação de luto público, tendo o féretro sido acompanhado até à Sagrada Família, onde foi sepultado na cripta. A morte de Gaudí teve um grande impacto na sociedade de Barcelona e foram publicados dezenas de artigos em jornais e revistas. O seu funeral foi acompanhado por uma grande multidão, pondo em evidência a dicotomia entre o artista-génio e a figura popular.
Na Gaceta de las Artes de 1 de julho de 1926, Joaquim Folch i Torres dedica um profuso artigo de seis páginas ao arquiteto com o título "El duelo común" (O luto comum). "Quando Gaudí morreu, assistimos ao paradoxo de um grande luto coletivo, de um luto "comum" pela passagem para uma vida melhor do grande artista que quase sempre trabalhou contra o "senso comum". O fenómeno da popularidade de Gaudí é extremamente curioso e, ao mesmo tempo, o fato de existir um verdadeiro luto coletivo, tão sincero e profundo como o dos catalães pela morte do arquiteto, é singular. Seria difícil encontrar um caso semelhante na história contemporânea e não abundaria na história das épocas passadas, e ainda menos com o precedente de que quase ninguém gostava da obra deste arquiteto"
Antoni Gaudí proclamado Venerável
Antoni Gaudí foi proclamado Venerável pelo Papa Francisco após receber os votos favoráveis de conselheiros históricos, teólogos e dos cardeais e bispos do Dicastério para as Causas dos Santos do Vaticano. Um Venerável é um cristão que, tendo vivido sua vida segundo as virtudes cristãs, é candidato à beatificação. O título de Venerável é o segundo passo no caminho para a canonização, após o título de Servo de Deus e a comprovação da prática constante e alegre das virtudes teologais e morais durante um período significativo de sua vida.
Gaudí, o arquiteto de Deus
Em 1926, quando Antoni Gaudí faleceu, o Padre Manel Trens i Ribas (1892-1976) o chamou de “arquiteto de Deus”, pois a Basílica da Sagrada Família abre os corações para a Beleza com sua própria beleza. Gaudí é um arquétipo da conexão entre o Evangelho e a arte, um exemplo de magnífica interligação entre o trabalho humano, profissional e a fé. “Servir a Deus através da arquitetura” foi o lema de Antoni Gaudí durante os mais de 40 anos que dedicou ao Templo, os últimos 14 anos exclusivamente a ele, chegando a viver no local durante seus últimos meses. Gaudí, movido pela graça de Deus, almejava criar uma obra que fosse “uma Bíblia em pedra”, um catecismo aberto a todos. Isso se reflete em cada detalhe.
Segundo passo no caminho para a canonização
No final de 2023, a Positio foi submetida ao Vaticano e a Arquidiocese de Barcelona envolveu-se na causa, criando a Associação Canônica para a Beatificação de Antoni Gaudí, que sucedeu à associação civil registrada junto do Governo da Catalunha em 1992. A associação canônica é presidida pelo Cardeal Omella i Omella e copresidida por Josep Maria Turull, Reitor da Basílica. O estudo meticuloso do conteúdo da Positio permitiu que o processo avançasse para a segunda etapa, proclamando Gaudí "Venerável", ou seja, reconhecendo a santidade do nosso arquiteto.
Leia também: Antoní Gaudí, venerável.
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