Seja bem vindo ao meu canal, sou José João Membro da Comunidade Canção Nova desde 1998. Filho, esposo e pai. Bacharel em Administração, 2021 Bacharel em Teologia, 2025 Intercessor e Pregador Escritor e Colunista Filho Espiritual de São José Eu desejo um Avivamento como teve São José. Que venha um Poderoso Pentecostes sobre a face da terra. Link para minhas redes sociais: https://linktr.ee/josejoaocn
sexta-feira, 25 de abril de 2025
O Espírito Santo escolhe os Papas? A madura resposta de Ratzinger
quarta-feira, 23 de abril de 2025
A Paternidade espiritual de São José na vida de Santa Faustina

Servo bom e fiel, foste fiel em pouca coisa, eu te constituirei sobre muito; vem alegrar-te com o teu Senhor” (Mt 25, 21). Esse versículo do evangelho de São Mateus muitos padres antigos da Igreja atribuem a São José. A citação é de quando Jesus conta aos seus discípulos a parábola dos talentos. Não é difícil de compreender e aceitar que tal versículo faça referência ao nosso pai espiritual. Visto que sua vida foi de total entrega e fidelidade a Jesus e a Maria, numa atitude de corresponder ao pedido que o Anjo lhe fez em sonho.
Nosso amado pai [São José] espiritual continua lá do céu a sonhar os planos de Deus!
Na verdade, José entendeu tudo e fez com que Ele [Jesus] crescesse e ele [São José] desaparecesse. Esse desaparecer parece ter sido apenas em sua vida terrena, já que no Céu a sua missão continuaria e seria ampliada a tudo o que diz respeito aos planos de salvação de Deus para a humanidade. São Pedro Julião Eymard (1811-1868) grande devoto e adorador da Santíssima Eucaristia diz que:
“A devoção a São José é uma das graças mais excelentes que Deus pode conceder a uma alma, pois equivale a revelar todo o tesouro das bênçãos do Senhor. Quando Deus deseja elevar uma alma, Ele a une a São José, dando-lhe um forte amor por este santo.”
Não é de se assustar que muitos santos viveram apenas a propagar a devoção ao nosso pai espiritual. É o caso de Santo André Bessete, religioso da Congregação de Santa Cruz. Por ter assumido São José por seu pai (ficou órfão muito novo) decidiu por toda a sua vida falar dele e lhe construir um belíssimo oratório dedicado a São José, que até hoje recebe devotos de todo o mundo. Santo Afonso Maria de Ligório, o “doutor zelosíssimo”, nos diz o seguinte:
“São José não foi apenas destinado a servir de alívio a Mãe de Deus, que tantas tribulações teve na terra; nem era apenas o arrimo de Jesus Cristo, mas estava destinado também a cooperar de certa forma com a redenção do mundo.”
Nosso amado pai [São José] espiritual, de certo, continua lá do céu a sonhar os planos de Deus! E, ao despertar, vai colocando em prática. É impressionante como místicos, padres, monges, freiras e leigos buscam em São José o modelo perfeito de servir a Deus na escuta e obediência filial ao Senhor.
Santa Faustina e São José
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Na vida de Santa Faustina (1905-1938) não foi diferente, pois como nos afirma São Pedro Julião Eymard o próprio Deus confiou a alma de Santa Faustina a São José. Após viagem a Rabka e uma pequena estadia nesta cidade no ano de 1937, Santa Faustina revela no número 1203 do seu Diário algo muito importante sobre São José. E nos faz ter certeza que tudo aquilo que diz respeito ao plano de salvação da humanidade e que está intimamente ligado a Jesus e Maria, São José é o primeiro servidor, olha o que nos escreveu em seu diário a santa:
“São José pediu que eu tivesse incessante devoção a ele, ele mesmo me disse que eu rezasse diariamente três orações e uma vez o Lembrai-vos (Memorare a São José). Olhava com muita bondade e me fez conhecer o quanto é favorável a essa obra. Prometeu-me a sua especial ajuda e proteção. Todos os dias rezo as orações recomendadas e sinto sua especial proteção”. (Supõe-se que as outras orações sejam o Pai-Nosso, a Ave-Maria e o Glória ao Pai, conforme o apêndice de seu diário)
“São José não foi apenas destinado a servir de alívio a Mãe de Deus, que tantas tribulações teve na terra; nem era apenas o arrimo de Jesus Cristo, mas estava destinado também a cooperar de certa forma com a redenção do mundo.”
O que eu (José João) sinto no meu coração em te dizer é que nosso pai espiritual está muito mais ativo do que nunca! Sua missão não terminou tão logo começou a vida pública de Jesus, mas como nos diz o evangelho de São Mateus, na “parábola dos talentos”, a São José foi confiado muito mais por sua obediência e fidelidade a Jesus.
Como na primeira vinda do Filho de Deus ao mundo, o Senhor lhe confiou seu bem mais precioso; neste momento da história da humanidade em que o próprio Jesus abre as entranhas de Sua misericórdia para nos salvar do pecado, e mostrar-nos como espera que nos aproximemos d’Ele com confiança em sua misericórdia. Esta é a “última tábua de salvação” a toda a humanidade. São José não ficaria de fora, e como fez para proteger o Menino Jesus das loucuras de Herodes, também o fará para que todos aqueles que se dedicam e abraçam esta obra de misericórdia possam experimentar sua proteção e amparo. Lembremos do que escreveu Santa Teresa D’Ávila (1515-1582) sobre São José:
“Conhecendo por experiência a surpreendente influência de São José sobre Deus, gostaria de exortar a todos a honrá-lo com particular devoção. Sempre vi quem o honrou de maneira especial progredir em virtude, pois esse protetor celeste favorece de modo extraordinário o avanço espiritual das almas que a ele se entregam”.
Assim avançou Santa Faustina em perfeição espiritual unida a São José. De forma simples e eficaz, buscando seu auxílio, encontrou o seu favor na obra que Jesus lhe confiara. Não podemos imaginar uma obra tão grande como a da Divina Misericórdia sem o auxílio e a proteção de São José. É certo que São José não se fez presente na vida de Santa Faustina apenas no aspecto de levar em frente a Obra de Misericórdia. Desde sua infância, São José foi providenciando tudo para que Faustina pudesse cumprir a missão a qual estaria predestinada por Deus. Até mesmo na contrariedade de seus pais em não lhe permitir se consagrar a Deus. Mais tarde, ela percebe que sua felicidade era a vontade de Deus, foi a paternidade espiritual de São José que a conduziu.
Muitos de nós nem imaginamos, mas de muitas coisas que somos livrados é São José quem está a cuidar. Da falta de crescimento e amadurecimento na vida espiritual, até mesmo para vencer esta desorganização interior, precisamos nos aproximar de São José sem medo e receio. Permita que ele seja o seu mestre de vida vida interior e pai espiritual! Esta tarefa é de São José! Ele cuidou da mais nobre alma que habitou este mundo, Jesus Cristo Nosso Senhor.
“Conhecendo por experiência a surpreendente influência de São José sobre Deus, gostaria de exortar a todos a honrá-lo com particular devoção. Sempre vi quem o honrou de maneira especial progredir em virtude, pois esse protetor celeste favorece de modo extraordinário o avanço espiritual das almas que a ele se entregam”.
Como não cuidará de nós, se o pedirmos e nos aproximarmos dele? Quero lhe fazer o convite assim como Santa Faustina rezou todos os dias o Memorare a São José, que você reze também confiando sua alma a São José para que conduza tua vida.
Memorare a São José (Lembrai-vos)
“Lembrai-vos, ó castíssimo Esposo da Virgem Maria, que nunca se ouviu dizer que algum daqueles que têm recorrido à vossa proteção, implorado a vossa assistência e reclamado vosso socorro, fosse por vós desamparado. Animado eu, pois, com igual confiança, a vós recorro, ó pai espiritual, e imploro a vossa proteção. Não rejeiteis as minhas súplicas, ó pai adotivo do Redentor, mas dignai-vos de as ouvir precisamente e de me alcançar o que vos rogo. Amém.”
Reze o Terço da Misericórida
terça-feira, 22 de abril de 2025
São José Operário, padroeiro dos trabalhadores
Conheça a vida de São José Operário, sua importância para a Igreja e por que ele é considerado o padroeiro dos trabalhadores.
A Mãe Igreja, que é sábia, oferece e indica aos seus filhos os meios de se santificar e também os modelos de santidade para lhes inspirar. Já temos um dia dedicado a São José, mas foi necessário também reservar uma data para recordar o habilidoso ofício do pai putativo de Jesus: São José Operário.
Neste texto, você vai descobrir o que essa festa litúrgica tem a nos ensinar e por que o grande santo é para nós um exemplo de trabalhador.
São José: um simples operário e o maior de todos os santos
“José, filho de Davi, não temas receber Maria por esposa, pois o que nela foi concebido vem do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo de seus pecados.”Isto é o que o anjo do Senhor disse a São José em sonho, quando este, pensando não fazer parte de tal plano de Deus, decide abandonar Maria em segredo. No entanto, São José foi escolhido por Deus desde toda a eternidade. Além de ser um homem justo, ele era certamente viril e forte — o que se nota também pelo seu trabalho de carpinteiro —, assim foi chamado a ser protetor e guarda da Sagrada Família.
E como podemos afirmar a santidade de São José, se não há uma única palavra sua nas Sagradas Escrituras? Ora, que prova maior do que ser aquele a quem o próprio Deus confia a guarda de Sua Mãe Santíssima e do seu Filho Eterno? Homem justo e humilde guardou a virgindade de Maria e a vida de Cristo — não foi São José avisado em sonho para fugir com Maria e o Menino para o Egito e obedeceu no mesmo instante?2
Eis porque é São José o maior de todos os santos, depois de Jesus e de Maria. O humilde carpinteiro de Nazaré, um simples operário, torna-se aquele que ocupa um dos mais elevados tronos da glória — que bela contradição! No segredo e no silêncio foi quem mais esteve intimamente unido ao Verbo Encarnado, depois da Virgem Maria. Que alegria e honra de São José: conviver com o Cristo, dar a ele de comer, ensinar-lhe o ofício da carpintaria. Sem dúvida, recebeu de Deus as maiores graças e dons para realizar essa grande missão, de tal maneira que foi digno de ser o pai do Filho de Deus em sua vida terrena.
Por que São José Operário é o Padroeiro dos Trabalhadores?
Tamanha importância tem celebrar São José Operário, sua festa veio resgatar o verdadeiro sentido do trabalho e a sua dignidade. Sem dúvida, a oficina de São José era um lugar santo, pois foi onde Cristo redimiu o trabalho, assumindo nossa humanidade e trabalhando com as suas mãos humanas. Na ocasião da instituição da festa litúrgica de São José Operário, por Pio XII, em 1º de maio de 1955, o Papa disse: “[…] vocês aceitam este presente? Tenho certeza que sim, porque o humilde artesão de Nazaré não representa apenas, para Deus e a Santa Igreja, a dignidade de um trabalhador braçal, mas também e sempre o padroeiro de vocês e de suas famílias”.3
A Igreja reconhece no trabalho um caminho de santificação para os seus fiéis. São José, o escolhido para ser pai do Filho de Deus, era um artesão. Nas Sagradas Escrituras, uma das poucas coisas que se conta a respeito deste grande santo é a sua profissão — carpinteiro. No entanto, o seu ofício era mais amplo, “não competia apenas a produção de artefatos de madeira, como mesas, cadeiras e outros móveis, mas também a produção de vigas, pranchas e estruturas de madeira, necessárias para a construção das casas.”3
Com certeza, São José realizava o seu trabalho honesta e diligentemente; com esforço e zelo. E executar o ofício da melhor forma possível é parte fundamental na busca da santificação no trabalho; no entanto, santificou-se São José no seu trabalho especialmente porque amava mais que tudo a Jesus e a Santíssima Virgem, sua esposa: eram eles o sentido de seu trabalho. Uma vez que ambos tesouros lhes foram confiados pela Divina Providência, este homem justo e piedoso empenhava-se muito — e não temia o cansaço —, a fim de oferecer uma vida digna, ainda que modesta, à sua família.
O papel de São José na redenção do trabalho
A reta intenção de cumprir o seu dever e, unido a isso, o amor que tinha a Jesus e a Maria, santificaram São José dia após dia. Mas há ainda um outro aspecto que faz deste santo o modelo dos trabalhadores: o Cristo quis passar os primeiros trinta anos de sua vida oculta dedicando-se ao ofício de seu pai na terra. Sendo assim, o simples artesão de Nazaré, escolhido para a grande missão de ser o pai adotivo de Jesus, foi também destinado a ensinar-lhe o seu ofício de artesão. Foi São José quem ensinou Jesus a trabalhar — manejar ferramentas e construir mesas e portas.
O ofício de Jesus, o qual aprendeu com São José o valor e a dignidade do trabalho, redime o trabalho e o eleva. Além disso, indica para nós o que já está posto no Gênesis: Deus nos criou para que trabalhássemos. Portanto, o trabalho não é uma punição de Deus. Ao aprender de São José, Cristo nos ensina também a servir e amar os demais por meio de nosso trabalho, a fazer de cada atividade por menor que seja — e por humilde que seja — uma obra de salvação. Quanto de amor colocamos na realização de nosso trabalho cotidiano? É assim que santificamos cada tarefa que nos compete.
E, dessa maneira, São José, além de realizar de forma primorosa o seu ofício, participa da redenção do trabalho. A sua oficina é o lugar no qual Cristo assistiu o seu pai na terra e o imitou, a fim de mostrar a nós que o trabalho faz parte da vida humana e pode ser um meio de santificação. Não tenhamos medo de servir e de amar, ainda que venha o cansaço; pois “Qualquer trabalho, mesmo o mais escondido, mesmo o mais insignificante, oferecido ao Senhor, traz a força da vida de Deus!”4
Orações a São José Operário
“Ide a José” é a recomendação da Mãe Igreja. Como não recorrer àquele em quem o próprio Deus confiou? Se você procura um trabalho ou deseja realizar bem o seu ofício, “Ide a José”. Peçamos a São José a graça de cumprir a nossa vocação no trabalho cotidiano, realizando bem o nosso dever e amando e servindo a Deus na pessoa de nossos irmãos.
Oração a São José por um emprego
Amado São José, vós que tivestes que prover o sustento a Jesus e Maria, olhai com paternal compaixão para a minha angústia em prover o sustento de minha família. Rogo-vos, ajudai-me a encontrar o mais rápido possível um emprego, de modo que esta angústia seja tirada do meu coração e eu possa, o quanto antes, prover as necessidades daqueles que me foram confiados por Deus. Livrai-nos da amargura e do desânimo, de tal modo que possamos passar por esta prova espiritualmente fortalecidos e com ainda maiores bênçãos de Deus. Amém.
Oração a São José Operário
Dirigimo-nos a ti, ó bendito São José, nosso protetor na Terra como aquele que conhece o valor do trabalho e respondes prontamente a nossa invocação. Através de tua santa esposa, a Imaculada Virgem Mãe de Deus, e conhecendo o amor paternal que tu tiveste a Nosso Senhor Jesus, rogamos que nos assistas em nossas necessidades e nos fortaleças em nossos trabalhos. Pela promessa de realizar dignamente nossas tarefas diárias, livra-nos de cair no pecado, livra-nos da avareza, livra-nos de um coração corrompido. Sejas o solícito guardião de nosso trabalho, nosso defensor e fortaleza contra a injustiça e o erro. Seguimos teu exemplo e buscamos teu auxílio. Socorre-nos em nossos esforços, para assim podermos obter contigo o descanso eterno no Céu. Amém.
Oração a São José para antes do trabalho
Glorioso São José, modelo de todos os que se dedicam ao trabalho, obtém-me a graça de trabalhar com espírito de penitência para expiação dos meus numerosos pecados; de trabalhar com consciência, pondo o culto do dever acima de minhas inclinações; de trabalhar com recolhimento e alegria, olhando como uma honra empregar e desenvolver pelo trabalho os dons recebidos de Deus; de trabalhar com ordem, paz, moderação e paciência, sem nunca recuar perante o cansaço e as dificuldades de trabalhar, sobretudo com pureza de intenção e com desapego de mim mesmo, tendo sempre diante dos olhos a morte e a conta que deverei dar do tempo perdido, dos talentos inutilizados, do bem omitido e da vã complacência nos sucessos, tão funesta à obra de Deus! Tudo por Jesus, tudo por Maria, tudo a tua imitação, ó Patriarca São José! Tal será a minha divisa na vida e morte. Amém.
Reze também a Novena a São José Operário!
Oração pedindo emprego a São José Operário
Novena a São José Operário
Reze a Novena a São José Operário pela santificação do nosso trabalho e por um novo emprego se for o seu caso.
Convide mais pessoas para Rezar conosco a Novena a São José Operário para suplicar ao nosso querido pai a nossa santificação por meio do trabalho, um novo emprego ou a superação de alguma dificuldade no nosso emprego atual.
Quem é São José Operário?
Se Cristo trabalhou como nós, foi em uma profissão ensina por seu pai, São José. Carpinteiro, marceneiro, trabalhava com o manuseio de madeira. E ensinou Cristo, que as Escrituras registram ter sido chamado de “filho de José, o carpinteiro”.
Sem dúvida, a oficina de São José era um lugar santo, pois foi onde Cristo redimiu o trabalho, assumindo nossa humanidade e trabalhando com as suas mãos humanas.
A Igreja reconhece no trabalho um caminho de santificação para os seus fiéis e na figura de São José encontra um modelo para os trabalhadores, por isso a devoção a São José Operário.
Quando celebramos o dia de São José Operário?
No dia 01 de Maio, dia do trabalhador, nós celebramos São José Operário.
A Novena a São José Operário (Oraçãoes para todos dos dias)
Oração inicial para todos os dias
São José, pelo trabalho das tuas mãos e pelo suor do teu rosto, sustentaste Jesus e Maria, e tiveste o Filho de Deus como teu aprendiz.
Ensina-me a trabalhar como você fez, com paciência e perseverança, por Deus e por aqueles a quem Deus me deu para sustentar.
Ensina-me a ver nos meus funcionários e colegas de trabalho o Cristo que deseja estar neles, para que eu seja sempre caridoso e tolerante com todos.
Concede-me que olhe para o trabalho com os olhos da fé, para que nele reconheça a minha participação na atividade criativa de Deus e na obra de Cristo para a nossa redenção, e assim me orgulhe dele.
Quando for agradável e produtivo, lembre-me de agradecer a Deus por isso. E quando for pesado, ensina-me a oferecê-lo a Deus, em reparação pelos meus pecados e pelos pecados do mundo.
Ó bom pai, São José! Rogo-lhe, com todos os seus sofrimentos, tristezas e alegrias, que obtenha para mim o que agora peço: (faça seu pedido).
Obtenha para todos aqueles que pediram minhas orações tudo o que lhes for útil no plano de Deus. Esteja perto de mim nos meus últimos momentos para que eu cante eternamente louvores a Jesus, Maria e José. Amém.
Reze um Pai Nosso, uma Ave Maria e um Glória ao Pai
Oração a São José Operário pedindo um emprego (oração final)
Ó Meu querido São José, santo trabalhador, que em vida fizestes a vontade de Deus através do trabalho, sustentando com o pão honesto a boca de vosso filho Jesus, abri as portas do comércio e das indústrias para que eu possa conseguir um emprego. Dai-me forças e coragem para não desistir ao primeiro “não”, e que a cada “não” eu alimente minha fé para buscar um “sim”. Que eu tenha a disposição de Santa Teresa d’Ávila, a humildade de São Francisco de Assis, a força e a perseverança de Santo Antônio. Orientai os senhores do poder para que a distribuição dos bens de nosso país seja mais justa, dando trabalho e riqueza suficiente a toda a gente. Protegei nossas famílias para que não se deixem vencer pela seca, pelo medo, pela violência, pela falta de trabalho e dai-nos esperança renovada a cada domingo da Ressurreição. Meu São José, padroeiro dos trabalhadores, não me deixeis sem o pão de cada dia e sem perspectiva de trabalho para sustentar honestamente minha família. Prometo, com o dinheiro do salário pago de meu futuro emprego, ajudar a quem necessita e divulgar minha devoção por vós. Amém.
sábado, 19 de abril de 2025
Regina Caeli: uma oração para o Tempo Pascal

Conheça a oração Regina Caeli (ou Regina Coeli), uma tradicional antífona mariana rezada durante o Tempo Pascal. Recomenda-se aos católicos que, desde o Domingo da Ressurreição até o dia de Pentecostes, rezem-a no lugar do Angelus.
Por meio desta oração, a Igreja se une à Nossa Senhora, em grande alegria, pela ressurreição do seu Filho. Além disso, o “Alegrai-vos!” nos recorda as palavras com as quais o Anjo Gabriel saudou a Santíssima Virgem, no dia da Anunciação: “Alegra-te, cheia de graça! O Senhor está contigo!”
Que este Tempo Pascal seja, portanto, uma grande oportunidade de nos alegrarmos verdadeiramente, todos os dias, porque o Senhor ressuscitou e está conosco.
Regina Caeli em português
℣. Rainha do Céu, alegrai-vos, aleluia.
℟. Porque quem merecestes trazer
em vosso seio, aleluia.
℣. Ressuscitou como disse, aleluia.
℟. Rogai a Deus por nós, aleluia.
℣. Exultai e alegrai-vos, ó Virgem Maria, aleluia.
℟. Porque o Senhor Ressuscitou verdadeiramente, aleluia.
Oremos: Ó Deus, que Vos dignastes alegrar o mundo com a Ressurreição do Vosso Filho Jesus Cristo, Senhor Nosso, concedei-nos, Vos suplicamos, que por Sua Mãe, a Virgem Maria, alcancemos as alegrias da vida eterna.
Por Cristo, Senhor Nosso. Amém.
Versão original, em latim
℣. Regina Caeli, laetare, alleluia.
℟. Quia quem meruisti portare, alleluia.
℣. Resurrexit, sicut dixit, alleluia;
℟. Ora pro nobis Deum, alleluia.
℣. Gaude et laetare, Virgo Maria, alleluia.
℟. Quia surrexit Dominus vere, alleluia.
Oremus: Deus, qui per resurrectionem Filii tui Domini nostri Jesu Christi mundum laetificare dignatus es: praesta, quaesumus; ut, per eius Genitricem Virginem Mariam, perpetuae capiamus gaudia vitae.
Per eumdem Christum, Dominum nostrum. Amen.
segunda-feira, 31 de março de 2025
Celebração de São José e o cuidado com as Famílias
Na Carta Apostólica Patris Corde, o Papa Francisco apresenta a humanidade de José, sua presença e coragem ao assumir a paternidade de Jesus e as responsabilidades e funções na vida familiar.
A liturgia católica consagra a São José o dia 19 de março. Em virtude de sua função de carpinteiro que, com coragem e fé, assume Maria, grávida, como sua mulher e também a paternidade de Jesus.
Nesta ótica pode-se pensar os desafios de José: o primeiro foi aceitar Maria grávida de um filho que não era seu e que, segundo a justiça da época, deveria ser denunciada e como consequência a mulher seria apedrejada até a morte (cf. Dt 22, 23-24). Entretanto, a resposta de José após a visita do anjo Gabriel, é tomar Maria como sua esposa e assumir assim todos os desafios inerentes à criação de Jesus.
Um dado importante é que na Sagrada Escritura não tem uma palavra de José. Mas sua presença é notada e importante na condução da família e educação de Jesus. José é um homem simples que aceitou Maria como sua esposa e, com seu trabalho e suas mãos, foi o responsável por ensinar a Jesus o ofício de carpinteiro.
Na Carta Apostólica Patris Corde, o Papa Francisco apresenta a humanidade de José, sua presença e coragem ao assumir a paternidade de Jesus e as responsabilidades e funções na vida familiar. A Carta Apostólica é um documento curto; nela encontramos as virtudes de José, pai de Jesus: pai amável, pai de ternura, pai de obediência, pai de acolhida, pai de coragem criativa, pai trabalhador, pai na sombra. Desta maneira, José é aquele que, no silêncio, colocou-se atento aos desígnios de Deus.
Como um bom pai trabalhador, “São José era um carpinteiro que trabalhou honestamente para garantir o sustento da sua família. Com ele, Jesus aprendeu o valor, a dignidade e a alegria do que significa comer o pão fruto do próprio trabalho.” (PATRIS CORDE, 2020, n. 6). No exemplo de José, Jesus aprendeu o ofício de carpinteiro e também as tradições judaicas de seu povo. Aprendeu a cuidar e zelar pelo trabalho. Conheceu e aprendeu a manipular as ferramentas certas para cada tipo de madeira ou serviço. Conseguiu compreender a sua missão, atento ao que via na carpintaria de José, transformando um pedaço torto de madeira em lindos objetos.
Ao longo da vida de Jesus, José presenciou que o Menino crescia “em sabedoria, idade e graça diante do Senhor e das pessoas” (Lc 2,52). José, atento à realidade, buscava cumprir a sua missão de pai e protetor do Filho de Deus. Desta forma, José se fez presença na vida de Jesus e de sua família, desde o início ao ser corajoso com o parto de Maria, na fuga para o Egito, na região que moraria e nas tradições religiosas do seu povo. Por isso, Jesus viu seu pai trabalhando na carpintaria e se colocou ao serviço.
José é o fiel colaborador do Projeto de Deus! Assume a função de pai e esposo, além de ser responsável pela educação de Jesus, se coloca atento aos desígnios de Deus. Por isso em nossa realidade: “A pessoa que trabalha, seja qual for a sua tarefa, colabora com o próprio Deus, torna-se em certa medida criadora do mundo que a rodeia.” (PATRIS CORDE, 2020, n. 6).
De fato, diante da leitura atenta à Palavra de Deus, é possível observar o Pai da ternura que foi São José, como a carta Patris Corde nos apresenta: “A vontade de Deus, a sua história e o seu projeto passam também através da angústia de José. Assim, ele ensina-nos que ter fé em Deus inclui também acreditar que Ele pode intervir inclusive através dos nossos medos, das nossas fragilidades, da nossa fraqueza. E ensina-nos que, no meio das tempestades da vida, não devemos ter medo de deixar a Deus o timão da nossa barca. Por vezes queremos controlar tudo, mas o olhar d’Ele vê sempre mais longe.” (PATRIS CORDE, 2020, n. 2).
Francisco traz a imagem de José para os dias atuais como aquele pai que está atento à criação dos filhos e que sua ausência é sentida na formação dos indivíduos. Ressalta que as famílias estão comprometidas com a ausência do pai, por isso é preciso observar a figura paterna na formação da personalidade e do caráter de filhos e filhas. Por isso que, José, diante da realidade, é o pai do acolhimento.
Diante deste cenário, o Papa Francisco acrescenta que: “A crise do nosso tempo, que é econômica, social, cultural e espiritual, pode constituir para todos um apelo a redescobrir o valor, a importância e a necessidade do trabalho para dar origem a uma nova ‘normalidade’, em que ninguém seja excluído. O trabalho de São José lembra-nos que o próprio Deus feito homem não desdenhou o trabalho.” (PATRIS CORDE, 2020, n. 6).
A realidade social da época de José é bem diferente da nossa, mas a missão é a mesma: cuidar, acolher e proteger a família. Desta forma, na carpintaria de José, Jesus entendeu o que é lutar pelos fragilizados e pelos mais pobres. Com o suor de seu pai ele viu o alimento chegar até à mesa e, ao findar de cada dia, soube agradecer a Deus o dom da vida.
Jesus também atuou como membro de uma classe trabalhadora que levava o sustento da família para casa todos os dias. Desta maneira, a classe trabalhadora vê em José um exemplo de integridade e comprometimento com a família e o trabalho.
Hoje, José se apresenta na realidade de homens e mulheres que saem para trabalhar que cumprem os valores éticos e espirituais inerentes à função de pai e mãe, correndo riscos em defesa da família. São José é o santo das famílias, dos trabalhadores e, acima de tudo, dos pais que buscam, pela sua intercessão, um emprego, um conselho e a coragem para guiar a família.
José, como carpinteiro, sustentou a família com o suor de seu trabalho e, mais do que isso, foi mestre e guia para Jesus, ensinando-lhe o valor da profissão, da responsabilidade e da dignidade do trabalho. Recordar sua figura é fazer memória sobre a realidade dos trabalhadores e os desafios que ainda enfrentam na sociedade.
José não apenas trabalhava, mas transmitia seu conhecimento a Jesus, mostrando que o ofício é mais do que um meio de subsistência: é uma vocação, uma forma de contribuir para o bem comum.
A lição de São José nos ensina que o trabalho deve ser digno e respeitoso, permitindo que cada pessoa sustente sua família com justiça e segurança. Como protetor dos trabalhadores, ele nos inspira a lutar por políticas públicas que garantam direitos, valorização profissional e condições justas de trabalho. A transmissão do ofício de pai para filho, como São José fez com Jesus, só é possível em uma sociedade que respeita e valoriza aqueles que constroem o presente e o futuro com suas mãos.
Que São José interceda por todos os trabalhadores, especialmente os mais vulneráveis. Que seu exemplo inspire governantes, empregadores e a sociedade a reconhecer que o trabalho não pode ser explorador, mas sim um caminho para a realização humana. Que sua proteção fortaleça aqueles que, com esforço e dedicação, constroem um mundo melhor.
As Sete Dores da Virgem Maria
As Sete Dores de Nossa Senhora
Costuma a piedade cristã venerar de modo especial as 7 (sete) dores de Maria Santíssima. Segundo uma antiga tradição, os cristãos recordam “as sete dores de Nossa Senhora”: momentos em que, perfeitamente unida ao seu Filho Jesus, pôde compartilhar de modo singular a profundidade de dor e de amor do Seu sacrifício. A Devoção às Sete Dores de Maria foi promovida pelas Servitas no século XIII. É uma poderosa prática espiritual que nos convida a meditar sobre os sofrimentos da Mãe de Deus. Ela consiste em rezar e meditar cada uma das dores, acompanhadas de um Pai-Nosso e uma Ave-Maria.
1. A profecia de Simeão
2. A perseguição de Herodes e a fuga da Sagrada Família para o Egito
3. A perda do Menino Jesus no Templo de Jerusalém
4. O encontro desta Mãe admirável com Seu Filho, carregando a Cruz, no caminho para o Calvário
5. A Crucifixão de Nosso Senhor
6. Quando recebeu nos seus braços o corpo de Jesus Cristo, descido da Cruz
7. Quando depositou Jesus no sepulcro, ficando Ela em triste solidão
ORAÇÃO INICIAL
Virgem Dolorosíssima, seríamos ingratos se não nos esforçássemos em promover a memória e o culto de vossas Dores. Vosso Divino Filho tem vinculado à devoção de vossas Dores, particulares graças para uma sincera penitência, oportunos auxílios e socorros em todas necessidades e perigos. Alcançai-nos, Senhora, de Vosso Divino Filho, pelos méritos de vossas Dores e Lágrimas a graça ...
1. Pela dor que sofrestes ao ouvir a profecia de Simeão, de que uma espada de dor transpassaria o vosso coração , Mãe de Deus, ouvi a nossa prece.
Pai Nosso... Ave-Maria...
2. Pela dor que sofrestes quando fugistes para o Egito apertando ao peito virginal o Menino Jesus, para o salvar das fúrias do ímpio Herodes, Virgem Imaculada, ouvi a nossa prece.
Pai Nosso... Ave-Maria...
3. Pela dor que sofrestes quando da perda do Menino Jesus por três dias, Santíssima Senhora, ouvi a nossa prece.
Pai Nosso... Ave-Maria...
4. Pela dor que sofrestes Quando vistes o querido Jesus com a Cruz ao ombro, a caminho do Calvário, Virgem Mãe das Dores, ouvi a nossa prece.
Pai Nosso... Ave-Maria...
5. Pela dor que sofrestes quando assististes à morte de Jesus, crucificado entre dois ladrões, Mãe da Divina Graça, ouvi a nossa prece.
Pai Nosso... Ave-Maria...
6. Pela dor que sofrestes quando recebestes em vossos braços o corpo inanimado de Jesus, descido da cruz, Mãe dos pecadores, ouvi a nossa prece.
Pai Nosso... Ave-Maria...
7. Pela dor que sofrestes quando o corpo de Jesus foi depositado no sepulcro, ficando Vós na mais triste solidão, Senhora de todos os Povos, ouvi a nossa prece.
Pai Nosso... Ave-Maria...
ORAÇÃO FINAL
Dai-nos, Senhora, a graça de compreender o oceano de angústias que fizeram de Vós a "Mãe da Dores", para que possamos participar de vossos sofrimentos e Vos consolemos pelo nosso amor e nossa fidelidade. Choramos convosco, ó Rainha dos Mártires, na esperança de ter a felicidade de um dia nos alegrarmos convosco no céu.
Medite também: As Sete Palavras de Cristo na Cruz
As Sete Palavras de Cristo na Cruz
Mas o Senhor quis deixar-nos as suas últimas palavras, já pregado na Cruz. Sabemos que as últimas palavras de alguém, antes da morte, são aquelas que expressam as suas maiores preocupações e recomendações. A Igreja sempre guardou essas “Sete Palavras” com profundo amor, respeito e devoção, procurando tirar delas todo o seu riquíssimo significado.
1 – “Pai, perdoai-lhes porque eles não sabem o que fazem” (Lc 23,34)
Com essas palavras Jesus selava todo o seu ensinamento sobre a necessidade de “perdoar até os inimigos” ( Mt 5,44). Na Cruz o Senhor confirmava para todos nós que é possível, sim, viver “a maior exigência da fé cristã”: o perdão incondicional a todos. Na Cruz Ele selava o que tinha ensinado:
“Não resistais ao mau. Se alguém te feriu a face direita, oferece-lhe também a outra… Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, orai pelos que vos maltratam e perseguem. Deste modo sereis filhos do vosso Pai do céu, pois ele faz nascer o sol tanto sobre os maus como sobre os bons” (Mt 5,44-48). “Se não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai vos perdoará”(Mt 6,14).
Certa vez Pedro perguntou-Lhe: “Senhor, quantas vezes devo perdoar meu irmão, quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?” “Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete” (Mt 18, 21-22).
2 – “Hoje mesmo estarás comigo no Paraíso” (Lc 23,43)
Com essas palavras de perdão e amor ao “bom” ladrão, Jesus nos mostra de maneira inequívoca o oceano ilimitado de sua misericórdia. Bastou Dimas confiar no Coração Misericordioso do Senhor, para ter-lhe abertas, de imediato, as portas do Céu.
Não é à toa que a Igreja ensina que o pior pecado é o da desesperança, o de não confiar no perdão de Deus, por achar que o próprio pecado possa ser maior do que a infinita misericórdia do Senhor. Uma grande tentação sempre será, para todos nós, não confiar na misericórdia de Deus. Santa Teresinha do Menino Jesus dizia: “como a misericórdia e a bondade do coração de Jesus são pouco conhecidas”! “Jesus, eu confio em Vós”.
3 – “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?” (Mt 27,46)
Estas palavras, que também estão no Salmo 21, mostram todo o aniquilamento do Senhor. É aquilo que São Paulo exprimiu muito bem aos filipenses: “aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo” (Fil 2,8). Jesus sofreu todo o aniquilamento possível de se imaginar: moral, psicológico, afetivo, físico, espiritual, enfim, como disse o profeta: “foi castigado por nossos crimes e esmagado por nossas iniquidades…” (Is 53,5). Depois de tudo isto “ninguém tem mais o direito de duvidar do amor de Deus”. Será uma grande blasfêmia alguém dizer que Deus não lhe ama, depois que Jesus sofreu tanto para assumir em si o pecado de todos os homens e de cada homem. Paulo disse aos Gálatas: “Ele morreu por mim”(Gal 5,22).
4 – “Mulher, eis aí o teu filho”…“Filho, eis aí tua Mãe” (Jo19,26)
Tendo entregado-se todo pela nossa salvação, já prestes a morrer, Jesus ainda nos quiz deixar o que Ele tinha de mais precioso nesta vida, a sua querida Mãe. E como Jesus confiava nela! A tal ponto de querê-la para nossa Mãe também. Todos aqueles que se esquecem de Maria, ou, pior ainda, a rejeitam, esquecem e rejeitam também a Jesus, pois negam receber de Suas mãos, na hora suprema da Morte, o seu maior Presente para nós.
5 – “ Tenho sede! ” (Jo 19,28)
Dizem os Padres da Igreja que esta “sede” do Senhor mais do que sede de água, é sede de almas a serem salvas, com o seu próprio Sacrifício que se consumava naquela hora. E esta “sede” de Jesus continua hoje, mais forte do que nunca. Muitos ainda, pelos quais ele derramou o seu sangue preciosíssimo, continuam vivendo uma vida de pecado, afastados do amor de Deus e da Igreja. Quantos e quantos batizados, talvez a maioria, nem sequer vai à Missa aos domingos, não sabe o que é uma Confissão há anos, não comunga, não reza, enfim, vive como se Deus não existisse…
6 – “Tudo está consumado” (Jo 19,30)
Nos diz São João: “sabendo Jesus que tudo estava consumado…”, isto é, Jesus tinha plena consciência que tinha cumprido “toda” a sua missão salvífica, conforme o desígnio santo de Deus. Enquanto tudo não estava cumprido, Ele não “entregou” o seu espírito ao Pai. Assim, fica bem claro que a nossa salvação depende agora de nós, porque a parte de Deus já foi perfeitamente cumprida até às últimas consequências.
7 – “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito” (Lc 23,46)
Confiando plenamente no Pai, que Ele fizera também nosso Pai ao assumir a nossa humanidade, Jesus volta para Aquele que tanto amava. É o seu destino, o coração do Pai; e é o nosso destino também. Ao voltar para o Pai, Jesus indica o nosso fim; o seio do Pai, o Céu.
“Vós sois cidadãos do Céu” (Fil 3,20), grita o Apóstolo; por isso, como diz a Liturgia, é preciso “caminhar entre as coisas que passam, abraçando somente as que não passam”.
Oração de Renúncia em Nome de Jesus
Senhor Jesus, por este sinal-da-cruz, envolva todos nós, nossos familiares e bens no Seu amor, no Seu poder e no Seu Sangue, para que o inimigo não nos possa prejudicar (fazer o sinal-da-cruz, Pelo sinal da Santa Cruz...).
Em nome de Jesus Cristo, pelo Sangue derrama-do, pelas Suas cinco chagas, pela intercessão da Virgem Maria, a Imaculada, que esmagou a cabeça da serpente*
(Repetir esta invocação antes de cada parágrafo)
... eu renuncio a satanás, autor de todo o mal, de todo pecado e pai de toda mentira!
... eu renuncio a todo espírito de impaciência e de raiva; de ressentimento e mágoa; de tensão nervosa e agressividade; de juízo temerário e presun-ção; de ira e ódio; de fofoca, mentira e calúnia!
... eu renuncio a todo espírito de desânimo e tristeza; de melancolia e solidão; de fracasso e frustração; de desconfiança do amor de Deus e do próximo; de auto-rejeição e autocondenação!
... eu renuncio a todo e qualquer espírito de medo: medo de Deus e de satanás; medo das pessoas, dos animais e das coisas; medo do futuro, da doença e da morte; medo de altura e
do escuro; medo de acidente e de assalto; medo de perder minha imagem e prestígio; medo de falar em público e testemunhar o Teu Evangelho; medo da perda de um familiar e da condenação eterna!
... eu renuncio a todo espírito de complexo e autopiedade; de ansiedade, angústia e preocu-pação; de traumas e doenças!
... eu renuncio a todo espírito de desequilíbrio emocional e psíquico; de autodestruição!
... eu renuncio a todo espírito de vingança; a todo desejo de fracasso e morte de meu irmão; a todo espírito de injustiça e exploração da pessoa humana!
... eu renuncio a todo espírito de revolta contra Deus, contra meu irmão e contra mim mesmo, não aceitando as minhas fraquezas!
... eu renuncio a todo espírito de avareza; de apego ao dinheiro, coisas, pessoas ou cargos!
... eu renuncio a todo espírito de gula, droga e fumo; a todo espírito de alcoolismo, blasfemia e sacrilégio!
... eu renuncio a todo espírito de ciúme e inveja; de preguiça e hipocrisia; de fingimento, falsi-dade e adulação!
... eu renuncio a todo espírito de palavrão e piada; de sexo e luxúria; de masturbação e fornicação; de prostituição e adultério; de homossexualismo e lesbianismo; de orgia e de farra!
... eu renuncio a todo espírito de auto-suficiência e egoísmo; de vaidade, orgulho e status; de materialismo e consumismo; de ambição e poder; de furto e roubo!
... eu renuncio a todo espírito de superstição e descrença; de dúvida e confusão religiosa; de horóscopo, sortista, cartomante, controle da mente, pirâmide, meditação transcendental!
... eu renuncio a todo espírito de idolatria e falsas religiões; de seicho-no-iê e igreja messiânica; de esoterismo, maçonaria e rosa-cruz!
... eu renuncio a todo espírito de magia negra e bruxaria; de espiritismo e umbanda; de macumba e saravá; de xangô e mesa branca de candomblé e congá; de curandeiro e benzedeira!
... eu renuncio a todos os espíritos e espíritos-guias, que invocaram sobre mim; a toda a he-rança de falsas religiões que trago dos meus antepassados!
... eu renuncio a todo espírito de exu e ogum; de oxóssi e iemanjá; ao espírito do caboclo e do preto velho; ao espírito do índio, sete flechas, pomba-gira; ao espírito de tranca-rua e São Jorge; ao espírito de São Cosme e Damião, ao espírito de São Cipriano e a todos os outros!
... eu renuncio, de todo o coração, a todo efeito de batismo, consagração ou cruzamento, relacionando minha pessoa ao espiritismo, à magia negra ou a outra falsa religião!
... eu renuncio a todos os remédios, passes espíritas, cirurgias e tratamentos feitos em cen-tros espíritas; a todos os trabalhos e despachos, maldições ou pragas e maus-olhados que lançaram sobre mim ou minha família
... eu renuncio a todos os objetos supersticiosos que trago comigo ou tenho em casa!
... eu renuncio a toda revista e filme pornográfico e a toda literatura, filmes e músicas contrários à să doutrina da salvação!
... eu renuncio a todo espírito do mundo e a todo modo de viver não cristão.
... eu ordeno a todo espírito mau do qual tenha sido libertado, que vá aos pés de Jesus, para que Ele disponha dele!
... eu proſbo a todo espírito mau que me tenha deixado, que torne a mim para me prejudicar!
Obrigado, Jesus, porque Você me libertou! Jesus Cristo é meu único Dono e Senhor! Deus é meu Pai! Maria é minha Mãe!
Crês em Deus Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra? - Creio.
Crês que Jesus Cristo é o Filho do Pai e morreu para te salvar? - Creio.
Crês que o Espírito Santo, amor do Pai e do Filho, habita em teu coração? - Creio.
Crês que a Igreja Católica é a única e verdadeira? - Creio.
Crês que és membro vivo desta Igreja? - Creio.
Crês que és responsável por seu nome e pela expansão do seu reino? - Creio.
Crês que devemos ajudar preferencialmente os mais pobres? - Creio.
Crês que a Bíblia é a Palavra viva do Deus vivo? Creio.
Crês que a Palavra de Deus liberta, cura, ali-menta e perdoa os pecados? - Creio.
Crês que Deus, sendo amor infinito, não criou o inferno? - Creio.
Crês que cada um cria o seu inferno quando, livre e conscientemente, se afasta de Deus? - Creio.
Crês que Jesus Cristo condena o amor livre, as relações pré-matrimoniais, o aborto, o meretrício e o divórcio? - Creio.
Crês que todos os males mortes, doenças, guerras - não provêm de Deus, mas do abuso da nossa liberdade? - Creio.
Crês que de todos os males, até do pecado, quando arrependido e confessado, Deus tem poder de tirar um bem maior? - Creio. (Rezar o Credo.)
Pe. Bernardo Schuster, SSJ
sexta-feira, 28 de março de 2025
E-books de Devoção à São José
São José nos é muito caro.
Homem de Deus, filho, esposo e Pai Nutrício do Filho de Deus, São José nos desperta a estarmos mais proximos de Deus por meio de sua vida escondida. Neste século que estamos vivendo tudo que e stá a nossa volta ou próximo de nós nos impulsiona a viver de forma agitada e sem tempo para a vida interior, e é neste aspecto que São José nos atrai, sua vida interior intensa ao lado de Jesus nos leva também a desejar "ser" como ele [São José], por isso que estamos nos esforçando para termos acesso a conteúdos que nos levem a crescer na compreensão de quem é São José.
Aqui disponibilizamos os e-books da Devoção a São José para o nosso crescimento.
E-book "Minhas Orações da Devoção a São José
E-book "Ofício do Glorioso São José"
E-book "Método Confessar-se Bem com o Auxílio do Glorioso São José"
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Deus te abençoe!
José João
segunda-feira, 24 de março de 2025
Como baixar o "E-book Ofício do Glorioso São José"
A devoção a São José, com o impulso do Espírito Santo, desenvolveu-se pouco a pouco na Igreja, especialmente nos primórdios do século V, mas podemos dizer que sempre existiu entre o povo cristão. São José, escolhido para ser pai adotivo de Jesus, esposo da Virgem Maria e guarda e protetor da Sagrada Família, cumpriu de modo excelente sua missão, por isso o Senhor o convida: “Vem participar da alegria do teu Senhor”. Peçamos, portanto, sua intercessão, para que seu merecimento nos ajude a alcançar aquilo que, por nossas poucas forças, não alcançaríamos.
Para compreender a missão augusta do humilde José, e ter a ideia exata da grandeza, a que o eleva este papel, é preciso considerar a economia do mistério da Encarnação. Representai-vos um grande quadro, no qual estejam pintados o Pai, seu Filho único, o Espírito Santo e a Santíssima Virgem, todos quatro resplandecentes de tanta glória e de tantas luzes quantos prodígios operam neste mundo. Mas ao invés do que aconteceu no quadro material, em que a sombra tem sempre por fim realçar as figuras, ou pô-las em relevo, aqui, ao contrário, é preciso uma sombra para temperar e mitigar o demasiado esplendor, afim de não ofuscar ou cegar os olhos mortais.
quarta-feira, 19 de março de 2025
São José levantou-se e fez como o Anjo lhe ordenou (Mt 1,24)
Quando paramos para refletir, estudar e analisar cada detalhe do Evangelho de São Mateus onde estão narrados os poucos fatos da vida de São José, nos deparamos com algo extraordinário, que nos deixa perplexos sobre a vida deste homem escolhido por Deus: sua “prontidão” em executar tudo que Deus lhe fala por meio dos sonhos. Sabemos que a sagrada escritura nos mostra que Deus sempre falou com seu povo por meio dos sonhos, visões e etc. A Bíblia está cheia dessa manifestação de Deus para salvar seu povo. Com São José, Deus usou os sonhos para lhe indicar Sua vontade; essa prontidão de José nos indica a que grandeza de alma se encontrava em José, um homem disposto, dócil, humilde, que sabe ouvir para obedecer, um homem que não se perde com a agitação do mundo de sua época e que não se prende às normas vigentes da sociedade para tomar um decisão, mas que espera do seu Deus o direcionamento para sua vida, obstante havia intencionado algo que não prejudicasse Maria. O mais bonito em tudo isso é vermos a presteza de José, essa disposição interior de quem está pronto a executar qualquer ordem recebida, não se demora, não se opõe, nem coloca obstáculos, não tem como prioridade seus projetos, mas está aberto a acolher com “prontidão” o que Deus lhe designa.

sexta-feira, 14 de março de 2025
São José, Pai na obediência
Para escutar, é preciso a virtude da humildade, aprendamos com São José a sermos humilde.
Quando lemos o primeiro livro da Bíblia (Gênesis), mais precisamente no relato da criação, podemos observar uma expressão muito bonita nos lábios de Deus que aparece repetidas vezes: “Faça-se”. No hebraico (iehi), no latim “fiat”! Para tudo quanto Deus quis que existisse Ele, simplesmente pela força de Sua Palavra, chamou à existência! “Fiat cellum et terram” (faça-se o Céu e a Terra) e tudo o mais quanto existe!
Ora, esta mesma expressão aparecerá novamente no Novo Testamento, no Evangelho de S. Lucas, mas desta vez nos lábios de Maria Santíssima! Quando o Arcanjo S. Gabriel, porta-voz de Deus, vem trazer a notícia de que Deus desejava salvar o mundo todo através de Maria Santíssima que geraria seu único Filho de modo virginal, a Virgem após ouvir o convite diz: “Fiat” (Fiat mihi secundum verbum tuum. Faça-se em Mim segundo a tua Palavra). Uma clara alusão à primeira criação degradada pelo pecado, e o início de uma nova criação, uma recapitulação de todas as coisas através do “fiat” do novo Adão e da nova Eva.
Ora, assim como pela desobediência de nossos primeiros pais a morte entrou no mundo, é pela obediência, do Senhor Jesus e da Virgem Maria, que a salvação se torna possível! Contudo, o papa Francisco na Patris Corde, ressalta que há um outro “fiat” (faça-se) também muito importante, mas por vezes esquecido, que é o “fiat” de S. José! E o papa resume essa docilidade de José, esse seu “sim” incondicional a Deus de forma muito bonita. Relembremos os “fiats” de José na Sagrada Escritura…
1.José sente uma angústia imensa com a gravidez incompreensível de Maria: mas não quer «difamá-la», e decide «deixá-la secretamente» (Mt 1, 19). No primeiro sonho, o anjo ajuda-o a resolver o seu grave dilema: «Não temas receber Maria, tua esposa, pois o que Ela concebeu é obra do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, ao qual darás o nome de Jesus, porque Ele salvará o povo dos seus pecados» (Mt 1, 20-21). A sua resposta foi imediata: «Despertando do sono, José fez como lhe ordenou o anjo» (Mt 1, 24). Com a obediência, superou o seu drama e salvou Maria. A obediência salva!
2.No segundo sonho, o anjo dá esta ordem a José: «Levanta-te, toma o menino e sua mãe, foge para o Egito e fica lá até que eu te avise, pois Herodes procurará o menino para o matar» (Mt 2, 13). José não hesitou em obedecer, sem se questionar sobre as dificuldades que encontraria: «E ele levantou-se de noite, tomou o menino e sua mãe e partiu para o Egito, permanecendo ali até à morte de Herodes» (Mt 2, 14-15). A obediência supera os obstáculos!
3.No Egito, com confiança e paciência, José esperou do anjo o aviso prometido para voltar ao seu país. Logo que o mensageiro divino, num terceiro sonho – depois de o informar que tinham morrido aqueles que procuravam matar o menino –, lhe ordena que se levante, tome consigo o menino e sua mãe e regresse à terra de Israel (cf. Mt 2, 19-20), de novo obedece sem hesitar: «Levantando-se, ele tomou o menino e sua mãe e voltou para a terra de Israel» (Mt 2, 21). A obediência sofre as demoras de Deus!
4.Durante a viagem de regresso, porém, «tendo ouvido dizer que Arquelau reinava na Judeia, em lugar de Herodes, seu pai, teve medo de ir para lá. Então advertido em sonhos – e é a quarta vez que acontece – retirou-se para a região da Galileia e foi morar numa cidade chamada Nazaré» (Mt 2, 22-23). “Na nossa vida, muitas vezes sucedem coisas, cujo significado não entendemos. E a nossa primeira reação, frequentemente, é de desilusão e revolta. Diversamente, José deixa de lado os seus raciocínios para dar lugar ao que sucede e, por mais misterioso que possa aparecer a seus olhos”. A obediência nos torna resilientes perante as dificuldades!
5.Por sua vez, o evangelista Lucas refere que José enfrentou a longa e incômoda viagem de Nazaré a Belém, devido à lei do imperador César Augusto relativa ao recenseamento, que impunha a cada um registrar-se na própria cidade de origem. E foi precisamente nesta circunstância que nasceu Jesus (cf. 2, 1-7), sendo inscrito no registro do Império, como todos os outros meninos. A obediência nos traz Jesus!
O papa conclui dizendo: “Em todas as circunstâncias da sua vida, José soube pronunciar o seu «fiat», como Maria na Anunciação e Jesus no Getsêmani.
A origem da palavra “obediência” está no latim: oboedientia, associada ao verbo obedecer, na raiz oboedescere. Ob + audire” nela está escondido o verbo “audire” que é “escutar”. Donde a ideia de saber escutar com respeito à mensagem recebida como comando ou ordem. Ou seja, não se obedece se não se escuta! Por isso mesmo, para o judeu o maior mandamento é “Shemá Israel” (escuta Israel). Nosso povo entendeu bem este conceito, mesmo sem muito estudo, quando vemos a mãe que se dirige de forma aflita ao filho desobediente e lhe diz: “filho, escuta teu pai”. Ora, não é que o filho não está escutando, e sim, que ele não está obedecendo!
A gente dificilmente ouve sem interromper! E com Deus, fazemos a mesma coisa! Nossas liturgias vão se tornando cada vez mais ruidosas, nelas quase não há o espaço para o silêncio. As pausas após o “Oremos” previstas no Missal, vão desaparecendo, assim como o silêncio após a homilia (também previsto no Missal), após a Comunhão, etc. Creio que São José e Maria nos dizem hoje: “filhos, escutem vosso Pai”!
Por fim, para escutar, é preciso a virtude da humildade, reconhecer que não se sabe tudo, que precisamos de conselhos, de direção, que podemos aprender com o próximo e com Deus, em outras palavras, que não somos autossuficientes, mas precisamos de Deus e do irmão!
A obediência a Deus se reflete também na obediência às autoridades por Ele constituídas! O papa diz que Jesus aprendeu a obediência na escola de José. S. Lucas diz que o menino Jesus era obediente aos seus pais terrenos. Também os filhos devem obediência aos seus pais, a exemplo de Jesus, nós às autoridades da Igreja, àqueles que também são nossos pais: os padres, os bispos de maneira especial, ao Santo Padre, o papa!
Hoje vê-se tristemente filhos que se dizem tementes a Deus, mas não respeitam seus pais, católicos que desobedecem ao papa, os bispos e os párocos porque o orgulho lhes fechou o coração!
Santa Faustina no Diário, número 939, escreveu: “O demônio pode ocultar-se até sob o manto da humildade, mas não pode vestir o mando da OBEDIÊNCIA”. E santo Agostinho disse: “Foi o orgulho que transformou anjos em demônios, mas é a humildade que faz de homens anjos.”
Perguntemo-nos hoje, contemplando a imagem de S. José como anda nossa capacidade de escuta, escuta da Palavra de Deus, escuta do próximo sem interrompe-lo, como anda nossa obediência à vontade perfeita e soberana de Deus, aos seus representantes na Terra, o papa, os bispos e os padres. Enfim, como anda em nós a virtude da humildade sem a qual, de acordo com a Palavra é impossível agradar a Deus que “resiste aos soberbos, mas dá Sua graça aos humildes”?
Autor: Padre Wagner Lopes Ruivo
Leia também: O Ministério Petrino dos Papas inspirado em São José

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